2 de dezembro de 2021

Descubra como remover a ferrugem de forma rápida, prática e sem esforço

 Descubra como remover a ferrugem de forma rápida, prática e sem esforço


Disponivel em <https://www.quimatic.com.br/blog/2019/04/descubra-como-eliminar-a-ferrugem-de-forma-pratica-e-sem-esforco/>


Quando menos esperamos lá está a ferrugem, comprometendo eletrodomésticos, veículos, portões e outras estruturas metálicas. Por esta razão, apresentamos não somente uma opção, mas 2 opções para remover a ferrugem de forma inovadora, rápida, prática e sem esforço.

removendo a ferrugem de ferro com o decapante removedor de ferrugem Quimox, por imersão e auxílio de um pincel
Quimox removedor de ferrugem decapante

Remover a ferrugem de ferro fundido e aço carbono pode ser muito mais fácil com o Quimox, pois neste método você dispensa o esforço com lixas e discos abrasivos, ou pelo menos decapa a ferrugem inicial para facilitar o acabamento por outro método mecânico desejado.

convertedor de ferrugem PCF em chapa portão de ferro e aço, com aplicação por pincel ou rolo de pintura
PCF Fundo Convertedor de Ferrugem

Antes de pintar sobre o ferro ou aço, sabemos que devemos eliminar a ferrugem e utilizar um primer antes de aplicar uma tinta. Que tal se resolvermos estas 2 etapas com um só produto? O PCF converte a ferrugem e ainda serve como um fundo pronto para receber a pintura.

Entenda o que causa a ferrugem

A ferrugem é causada pelo contato direto dos metais ferrosos e aço com o oxigênio (que, vale lembrar, está presente no ar e também na água). Tintas, vernizes e protetivos têm a função de proteger os metais, mas, com o passar do tempo, estas camadas protetoras se desgastam ou sofrem impactos e arranhões, permitindo o início da ferrugem – que vai se espalhar até mesmo sob a pintura se não for tratada.

Como, então, remover ferrugem de ferro e aço?

Para remover a ferrugem de ferro e aço, o consumidor tem duas opções: recorrer aos métodos tradicionais, como lixamento e jateamento (que exigem esforço físico, equipamentos e dão origem a muita poeira) ou, então, utilizar produtos químicos, que irão eliminar a ferrugem de forma prática, rápida e sem sujeira.

Neste post, iremos apresentar diversos casos de ferrugem e a forma como podem ser resolvidos pelo removedor de ferrugem ultrarrápido Quimox ou pelo convertedor de ferrugem PCF, ambos da Quimatic Tapmatic.

ELETRODOMÉSTICOS

Qual a melhor maneira de remover ferrugem da geladeira e do freezer?

A geladeira e o freezer têm alta propensão à ferrugem pelo contato direto com umidade e com a água, como acontece quando os pisos são lavados. A Quimatic Tapmatic sugere converter a ferrugem com a ajuda do fundo convertedor de ferrugem PCF. Fácil de aplicar, o produto irá transformar a ferrugem em um fundo pronto para receber tinta de acabamento. A conversão de ferrugem com a solução química é prática e econômica, pois não necessita de lixamento, esforço físico ou uso de ferramentas. Veja o vídeo sobre o PCF.

Como tirar ferrugem da máquina de lavar sem lixamento

​​​​​​​Sem dúvida a máquina de lavar é um dos eletrodomésticos na casa com maior propensão à ferrugem.  O problema atinge geralmente toda a carcaça da máquina, pés e proteção traseira. É possível resolver o problema sem sujeira ou esforço físico com a ajuda do convertedor de ferrugem PCF. Fácil de aplicar, o produto vai transformar a ferrugem em um fundo pronto para receber tinta de acabamento. Tudo muito rápido, prático e econômico, sem gerar aquela poeira comum no lixamento e jateamento e sem gastar com o uso de ferramentas. Veja o vídeo sobre o PCF.

Veja como recuperar um ventilador enferrujado

As grades e outras estruturas de metal do ventilador estão sempre sujeitas à ferrugem. Devido às áreas muito estreitas (principalmente na região das hélices e grades), não é fácil remover a ferrugem. Uma ótima forma de resolver o problema é aplicar o convertedor de ferrugem PCF na peça. Prático, econômico e fácil de aplicar, o produto irá converter a ferrugem em um fundo que pode receber tinta de acabamento. Veja como utilizar o PCF neste vídeo.

CARROS

Como remover ferrugem de lataria de carro?

A lataria dos automóveis pode enferrujar se o verniz e tinta protetores forem removidos por arranhões ou impactos. É possível resolver o problema com o auxílio do removedor de ferrugem ultrarrápido Quimox. O produto remove ferrugem na metade do tempo de outros decapantes químicos, não requer esforço físico como métodos mecânicos de remoção (lixamento e jateamento) e reduz custos, já que não haverá consumo de energia elétrica, lixas e equipamentos no processo. Após a remoção, será necessário proteger a superfície logo em seguida com uma nova pintura. Confira o vídeo sobre o Quimox.

Saiba como combater a ferrugem do chassi do carro

A ferrugem no chassi do carro pode trazer uma série de dores de cabeça ao proprietário do veículo. Além da deterioração do bem, irá prejudicar o decalque do número do chassi e, consequentemente, uma futura venda do automóvel.

É possível resolver o problema de duas formas: com a aplicação do removedor de ferrugem Quimox ou com o convertedor de ferrugem PCF.

O primeiro vai remover a ferrugem rapidamente. Basta aplicar uma camada do produto sobre a superfície e aguardar o efeito da solução. Tudo sem esforço físico ou sujeira, como a que seria causada por lixamento ou jateamento. Logo em seguida será necessário proteger a superfície com pintura. Já o uso do PCF irá converter a ferrugem em um fundo pronto para receber a tinta de acabamento. Veja passo a passo como utilizar as soluções nos vídeos:

Assista ao vídeo do Quimox

Confira o vídeo do PCF

Como proteger o assoalho do carro da ferrugem?

O assoalho do carro está entre as partes do veículo mais sujeitas à ferrugem. Isso acontece por causa do contato direto com a água da chuva e de poças, além da água que escorre pelo tapete ao se entrar no carro com calçados e guarda-chuva molhados. Se o assoalho estiver enferrujado, é possível reverter o problema com o uso do convertedor de ferrugem PCF. O produto irá transformar a ferrugem em um fundo pronto para receber tinta de acabamento.  Tudo sem esforço físico ou sujeira causada por lixamento. Veja no vídeo como utilizar o PCF.

É possível remover a ferrugem do tanque de combustível?

Ferrugem no tanque de combustível de automóveis pode trazer uma série de problemas para o motor do automóvel, já que as partículas serão liberadas junto com o combustível, entupindo filtro e prejudicando todo o sistema. É possível resolver o problema com a ajuda do removedor de ferrugem Quimox. Após retirar do tanque todo o combustível, basta aplicar a solução no interior do tanque e aguardar o produto fazer efeito. Quimox remove toda a ferrugem de forma prática, segura e econômica. Uma dica para evitar que a ferrugem volte é não deixar o nível de combustível baixar demais e só utilizar combustível de qualidade. Confira aqui o vídeo sobre o Quimox.

Veja como tirar a ferrugem do para-choque do fusca

Feito de metal cromado, o para-choque do Fusca é uma das peças do veículo que mais apresentam ferrugem. Uma boa forma de resolver o problema é a aplicação do removedor de ferrugem Quimox, que irá remover a ferrugem de forma prática, econômica e sem esforço físico por parte do usuário.  O produto é fácil de aplicar com pincel e tem efeito rápido. Após a remoção da ferrugem, a superfície deve receber nova pintura ou verniz. Saiba mais sobre o Quimox aqui.

Como acabar com a ferrugem da roda

Roda enferrujada compromete não só a beleza do veículo como a segurança da rodagem. Uma boa alternativa para resolver o problema é utilizar o removedor de ferrugem Quimox. A solução química é fácil de aplicar e remove a ferrugem de forma rápida e sem esforço físico por parte do usuário. O método também evita o incômodo e sujeira causados por operações como lixamento e jateamento da roda.  Quimox é facilmente aplicável com pincel e remove a ferrugem em poucos minutos. Após a ação do produto, é indicado proteger a roda com pintura ou verniz, ​​para que a ferrugem não volte. Confira vídeo sobre o Quimox.

MOTOS

Como tirar ferrugem de moto?

Por contar com boa parte das peças expostas, as motos costumam apresentar diversos problemas de ferrugem. A melhor maneira de resolver o problema é desmontar as peças, remover com cuidado as partes mais soltas da ferrugem e da tinta, e aplicar o removedor de ferrugem Quimox, da Quimatic Tapmatic. O produto, que remove ferrugem na metade do tempo de outros decapantes químicos, pode ser aplicado com pincel ou com a imersão das peças. Se as peças forem de aço inoxidável, pode-se substituir o Quimox pelo Limpa Inox.

As soluções não exigem esforço físico do usuário, já que não requerem remoção mecânica da ferrugem – ao contrário do lixamento e jateamento – e ajuda a reduzir custos, pois não haverá consumo de energia elétrica, lixas e equipamentos no processo. Para evitar que a peça volte a enferrujar, pode-se aplicar uma camada do lubrificante Quimatic 30. Veja nos vídeos como utilizar o Quimox ou Limpa Inox.

Qual a melhor maneira de remover ferrugem de parafuso de motor da moto?

Com o passar do tempo, os parafusos do motor da moto tendem a se enferrujar.  Além da questão estética, o problema é que se a ferrugem não for removida logo, ficará difícil fazer a manutenção mecânica.  A remoção da ferrugem do parafuso é bem simples e pode ser feita de forma rápida e sem esforço físico com o removedor de ferrugem Quimox. Após retirar com uma escova ou esponja as partes soltas da ferrugem, basta depositar os parafusos na solução. Após alguns minutos, a ferrugem estará totalmente removida. Em seguida, é indicado proteger o parafuso com lubrificante Quimatic 30, que impedirá o retorno da ferrugem. Veja o vídeo sobre o Quimox.

Como proteger o tanque de gasolina de moto da corrosão?

A ferrugem do tanque de gasolina da moto deve ser tratada rapidamente para não prejudicar o desempenho do veículo. Para resolver a situação, uma boa alternativa é utilizar o removedor de ferrugem Quimox.

O produto químico removerá toda a ferrugem interna e externa do tanque de forma rápida, prática e econômica. Após desmontar o tanque e esvaziá-lo, é hora de aplicar o produto. Na parte externa do tanque, é preciso remover primeiro o excesso de ferrugem com uma escova e depois aplicar algumas demãos de Quimox até remover a ferrugem toda. Depois que o trabalho estiver concluído, o ideal é proteger o metal com nova pintura. Para a remoção da ferrugem interna, deve-se preencher o tanque com um pouco de Quimox. O líquido pode ser deixado por diversas horas e, sempre que possível, mover o tanque para que o removedor alcance todos os cantos. Veja aqui como utilizar o Quimox.

ESTRUTURAS METÁLICAS EM GERAL

Veja como eliminar a ferrugem do ferro fundido

A ferrugem é um problema que ataca os metais ferrosos, como aço e ferro fundido. Há duas formas de removê-la. A primeira é com o tradicional lixamento e jateamento, que gera bastante pó e sujeira no ambiente, além de exigir esforço físico. Outra forma mais prática é com auxílio de produtos químicos. A Quimatic Tapmatic oferece ao mercado o removedor de ferrugem Quimox e o convertedor de ferrugem PCF.

O Quimox é um removedor de ferrugem ultrarrápido que elimina a ferrugem de forma prática e econômica. Bastam algumas demãos do produto (ou deixar a peça submersa na solução) para a ferrugem ser removida completamente. Trata-se de uma ótima opção para peças de automóveis e moto, pisos de metal, ferramentas, halteres, entre outras peças. Já o PCF converte a ferrugem em um fundo pronto para receber tinta. A solução é bastante utilizada para resolver o problema de ferrugem em eletrodomésticos, janelas, portões e pisos de metal. Quer saber mais, veja os vídeos:

Assista ao vídeo do Quimox

Confira o vídeo do PCF

Como tirar ferrugem de uma chapa de ferro?

Chapas de ferro costumam se enferrujar pelo contato frequente com a intempérie ou excesso de atritos, que removem a proteção original do metal e deixam a chapa em contato direto com as propriedades corrosivas do ar úmido. A remoção da ferrugem pode ser feita com lixamento e jateamento – que geram bastante pó e sujeira no ambiente – ou com ajuda de produtos químicos, como é o caso do Quimox e o PCF.

O Quimox é um removedor de ferrugem ultrarrápido que elimina a ferrugem de forma prática e econômica. Bastam algumas demãos do produto (ou deixar a peça submersa na solução) para a ferrugem ser removida completamente. Já o PCF converte a ferrugem em um fundo pronto para receber tinta.  Conheça mais sobre as soluções nos vídeos:

Confira o vídeo do Quimox

Assista ao vídeo do PCF

Saiba como remover ferrugem de portão de ferro ou aço

Devido à intempérie, impactos ou até mesmo acidez da urina de cachorro, a tinta que protege o portão pode se romper e deixar o metal vulnerável à ferrugem. É possível resolver o problema de forma prática e econômica com a ajuda do fundo convertedor de ferrugem PCF. O produto transforma a ferrugem em um fundo pronto para receber tinta de acabamento. A vantagem do método é que não exige qualquer esforço físico (com lixamento ou jateamento), não gera sujeira e alcança os locais de mais difícil acesso. Confira no vídeo como utilizar o PCF.

É fácil eliminar ferrugem de ferramentas

Com o passar do tempo e o uso, as ferramentas de ferro e aço começam a oxidar e enferrujar. É bastante fácil resolver o problema com a ajuda do removedor de ferrugem Quimox. Fácil de utilizar com pincel ou por imersão, o produto remove ferrugem na metade do tempo de outros decapantes químicos e não exige esforço físico como métodos mecânicos de remoção (lixamento e jateamento). Além disso, a solução ajuda a reduzir custos, já que não haverá consumo de energia elétrica, lixas e equipamentos no processo. Para evitar que a ferramenta volte a enferrujar, uma boa solução é aplicar uma camada do lubrificante Quimatic 30. Veja como utilizar Quimox neste vídeo.

Como eliminar ferrugem e proteger os halteres da corrosão

Suor, água e impactos ajudam a romper o verniz ou tinta protetora dos halteres, o que dá abertura para a oxidação e ferrugem. Quanto antes for resolvido o problema, melhor. Para tirar a ferrugem de halteres uma solução altamente eficaz é o removedor de ferrugem Quimox, que pode ser aplicado com pincel ou por imersão. O produto irá remover a ferrugem de maneira rápida, prática e eficaz. Tudo sem sujeira ou esforço físico, ao contrário do que acontece no lixamento ou jateamento. Após a remoção da ferrugem, é preciso proteger novamente o metal dos halteres. Uma ótima alternativa é a aplicação do Plasti Film, que irá emborrachar, dar acabamento e proteger o haltere. Confira o vídeo de utilização do Quimox.

Veja como eliminar a ferrugem da bicicleta

Pela alta exposição ao ar e à água, as bicicletas precisam de cuidados constantes para não enferrujar. As engrenagens, corrente e os cabos de freio estão entre peças da bicicleta mais propensas à ferrugem. Para resolver o problema, uma ótima solução é o removedor de ferrugem Quimox. Aplicado com pincel ou através da imersão das peças, o produto remove a ferrugem com praticidade e rapidez. Após retirar com uma escova ou esponja a ferrugem que está prestes a se soltar, basta pincelar o produto sobre a superfície e aguardar. Tudo sem esforço físico ou sujeira. Depois de removida a ferrugem será preciso proteger novamente a superfície, com a aplicação de um lubrificante como o Quimatic 30, por exemplo. Confira vídeo sobre o Quimox.

Que tal conhecer toda a linha de produtos anticorrosivos da Quimatic Tapmatic? Clique aqui.

Descubra como remover ferrugem de superfícies

 

Descubra como remover ferrugem de superfícies


Disponível em <https://www.pinheirotintas.com.br/como-remover-ferrugem/>

Descobrir os melhores métodos para remover ferrugem é o desejo de qualquer um. A razão para isso é o transtorno que a corrosão causa para moradores de um domicílio. A reação química também é capaz de desgastar uma tinta automotiva. Além do estrago estético, a ferrugem pode danificar completamente utensílios e causar inúmeros prejuízos.

Por isso, a Pinheiro Tintas elaborou este artigo com as melhores dicas para eliminar de vez a ferrugem da sua casa. Além de removê-la, você aprenderá as melhores formas de prevenir a aparição da reação química. Confira!

O que você precisa saber para remover ferrugem da sua casa?

Remover ferrugem não é tão difícil quanto parece

Formação da ferrugem

Basicamente, a ferrugem é formada por meio da reação química entre o ferro, água e ar. De forma técnica, a umidade do ar faz com que os elétrons saiam do metal e se unam ao oxigênio. Portanto, essa reação pode acontecer em praticamente qualquer ambiente e por esse motivo ela é tão temida. Porém, esse processo costuma ser ainda mais frequente em regiões muito úmidas. Moradores de áreas litorâneas sofrem ainda mais com esse acontecimento. Isso acontece devido ao sal da maresia, responsável por facilitar a migração dos elétrons.

É comum que pessoas façam a associação da ferrugem ao tétano e essa informação está incorreta. Mas, é possível que a bactéria responsável por essa doença se aloje no óxido de ferro. Quando em contato com o organismo humano, a bactéria pode ser letal. Portanto, tenha cuidado ao manusear itens enferrujados.

Dicas para identificar a ferrugem

Antes de aprender como remover ferrugem, é necessário saber como identificá-la. A aparência da oxidação é alaranjada. A densidade do ferro fica reduzida, o que faz com que o metal se torne mais fraco.

Aprenda a identificar e remover ferrugem e preserve seus objetos

Fique alerta caso a sua estrutura do metal comece a se esfarelar com facilidade. Essa oxidação acontece de forma constante, podendo resultar na perda total do utensílio. Por isso é tão importante tomar medidas para prevenir e remover ferrugem.

Métodos de eliminação

É imprescindível que você retire a ferrugem aos primeiros sinais de oxidação, para que ela não se espalhe. Camadas finas podem ser eliminadas apenas com o uso de uma lixa. Escovas de aço também podem ser úteis para extinguir pequenos focos em uma superfície. Após remover a oxidação, certifique-se de colocar o item em um ambiente com menos umidade. Apesar de eficientes, essas ações não funcionam tanto em locais com grande foco de ferrugem. Para retirar completamente o óxido, use uma tinta esmalte antioxidante. A fórmula da tinta é responsável por interromper o processo de corrosão e recuperar a superfície.

Recomendamos a utilização do Suvinil Esmalte Contra Ferrugem para uma eliminação mais certeira. Você pode encontrá-lo facilmente nas melhores casas de tintas.

Esmalte suvinil para remover ferrugem

É possível aplicar o produto diretamente no óxido. O ideal é que você faça apenas a eliminação do pó e crostas soltas no móvel com uma lixa. Após duas a três demãos do material, a ferrugem desaparecerá. A grande vantagem do produto é sua fórmula siliconada que permite uma menor aderência de sujeira facilitando a limpeza. Você pode usá-lo em uma pintura externa ou interna.

Como prevenir

A tinta esmalte antioxidante é um dos melhores métodos de prevenção. O motivo é a alta taxa de repelência a água, o que protege o metal da reação química. Para aplicar a tinta sobre uma superfície nova, é necessário diluí-la em 10% com aguarrás. Após a homogeneização, você poderá aplicar o esmalte diretamente na estrutura de metal. Lembre-se de lixá-la previamente para promover a aderência e conseguir um efeito mais bonito na pintura. Se você gostou das nossas dicas para remover ferrugem e deseja aplicar as técnicas na sua casa, visite a Pinheiro Tintas.

Somos uma loja de tintas com muita experiência de mercado e profissionais prontos para atender às suas necessidades. Além de contarmos com as melhores tintas anticorrosivas, possuímos uma ampla quantidade de produtos para pintura de casa. Navegue pelo nosso site e visite uma de nossas sedes para conhecer melhor o nosso trabalho!

Convertedor de ferrugem PCF

Convertedor de ferrugem PCF

<https://youtu.be/Sa0bpucXSBU>


Disponível em: <https://www.quimatic.com.br/blog/2019/04/descubra-como-eliminar-a-ferrugem-de-forma-pratica-e-sem-esforco/>

Pinte sem remover a ferrugem do seu portão, grade, fogão, geladeira, entre outras estruturas metálicas enferrujadas. https://www.quimatic.com.br/produtos/... Original desde 1983, o PCF da Quimatic Tapmatic é a melhor solução para converter a ferrugem em um fundo pronto para pintura com economia em mão de obra. Único com Proteção Acrílica - tecnologia exclusiva da Quimatic que maximiza a proteção anticorrosiva por barreira e oferece excelente adesão do fundo ao metal e à tinta. Após a conversão da ferrugem, basta utilizar uma tinta de acabamento compatível com o P.C.F. e pronto!
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Ferrugem em Parafusos, porcas e arruelas, Armatec é a Solução!

Ferrugem em Parafusos, porcas e arruelas, Armatec é a Solução!

<https://youtu.be/ymtzsAciHHw>

Nesta vídeo aula trato de um assunto referente a ferrugem em parafusos, arruelas e porcas, que com a ação do tempo, ou seja, umidade e oxigênio, gera o óxido de ferro ou popularmente conhecido como ferrugem. Apliquei uma técnica na mecânica de garagem, utilizando um produto já conhecido no mercado, cujo nome é Armatec, que converte a ferrugem em fundo protetor. Fiz alguns testes e pude observar que a remoção da ferrugem após 64 minutos foi um sucesso. Após estes resultados positivos, estou limpando todos os parafusos que tenho na garagem, eliminando as ferrugens. Após os procedimentos você pode polir os parafusos, porcas e arruelas na escova de aço, melhorando a aparência dos mesmos, após aplicar um óleo lubrificante WD -40 ou qualquer outro lub que tiver disponível na oficina ou na garagem. Desenvolvendo e aplicando esta técnica você terá um resultado muito satisfatório e reaproveitar seus parafusos. Se tiver reformando seu carro, poderá eliminar a ferrugem dos parafusos e porcas. Espero que goste e que seja útil para vocês. Lembre-se reduza o tempo de exposição no armatec, pois a ideia é converter a ferrugem e não danificar, com 64 minutos consegui fazer isto, inclusive ganhando tempo. Não é necessário deixar por 24 horas, como demonstrado nesta vídeo aula. Se gostou deixe seu like, se inscreva e compartilhe o canal, ficarei agradecido. A MDG também está no facebook com várias dicas e matérias interessantes sobre mecânica, curta e compartilhe - www.facebook.com/mecanicadegaragem. Um forte abraço a todos. Fiquem com Deus e até a próxima vídeo aula. Prof.Silvio Luis Figueiredo - 28/04/2018.
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Diogenes Arruda Camara

 Nome: CÂMARA, Diógenes Arruda

Nome Completo: DIOGENES ARRUDA CAMARA
Tipo: BIOGRAFICO

CÂMARA, Diógenes Arruda

*mov. comunista; dep. fed. SP 1947-1951.

 

Diógenes Alves de Arruda Câmara nasceu em Recife por volta de 1914. Sua família possuía engenhos de açúcar desde o século XVIII e seu tio, monsenhor Alfredo de Arruda Câmara, foi revolucionário de 1930, constituinte de 1934, deputado federal por Pernambuco de 1935 a 1937, constituinte de 1946 e deputado federal por Pernambuco de 1946 a 1970.

Simpatizante da causa comunista desde 1932, Diógenes Arruda Câmara ingressou no Partido Comunista Brasileiro, então Partido Comunista do Brasil (PCB), em 1934 e, chegando à Bahia em 1936, como funcionário do Ministério do Trabalho, passou a integrar o comitê regional do partido. Em 1937 tornou-se um dos editores da revista Problemas, que circulava no Rio de Janeiro, então Distrito Federal, e em São Paulo. Em fins de 1938, foi criada na Bahia a revista Seiva, de orientação antifascista e, por interferência direta de elementos do comitê regional baiano, a publicação assumiu caráter nacional, tornando-se o único órgão antifascista em circulação no país. Em 1939, ano em que Arruda Câmara deixou de ser editor da revista Problemas, a repressão às atividades do PCB aumentaram, levando ao desbaratamento de diversos comitês. Em abril de 1940, o comitê baiano foi desfeito e Arruda Câmara foi preso. Libertado em fins de 1941, foi para São Paulo, onde tentou rearticular o comitê regional do partido, mas não obteve sucesso, pois, sendo pouco conhecido na capital paulista, havia muita desconfiança sobre sua pessoa. No início de 1942, viajou para Buenos Aires — juntamente com João Andrade, também remanescente do comitê baiano, que conseguira fugir para São Paulo em dezembro de 1941 — e, ao longo de três meses, discutiu com outros membros do partido a sua linha política.

Retornando ao Brasil em março de 1942, Arruda Câmara e João Andrade tentaram contato com membros do PCB em São Paulo, que se encontravam dispersos. Não conseguindo impor sua liderança, Arruda Câmara e a ala baiana que se encontrava em São Paulo procuraram contatos no Rio de Janeiro, onde o grupo chefiado por Maurício Grabois e Amarílio Vasconcelos controlava a Comissão Nacional de Organização Provisória (CNOP) e vinha tendo uma atuação mais dinâmica. Durante a fase de entendimentos entre os dois grupos, Arruda Câmara tornou-se um elemento de ligação, por contar com a confiança de ambos, e teve uma participação destacada. Ao final, a liderança de Luís Carlos Prestes (ainda que preso) foi aceita, embora com resistência dos paulistas, que se marginalizaram. A nova estruturação do PCB foi formalizada pela Conferência da Mantiqueira, realizada clandestinamente em agosto de 1943. O comitê central, que tinha Prestes como secretário-geral, era integrado por Diógenes Arruda Câmara, Mário Alves, Maurício Grabois, Amarílio Vasconcelos, João Amazonas, Pedro Pomar, Ivan Ramos Ribeiro e Álvaro Ventura. Na ocasião, foi redigido um documento em favor da união nacional dos comitês regionais, ainda que grupos minoritários tivessem discordado.

Em abril de 1945, com a desagregação do Estado Novo (1937-1945), foi concedida a anistia aos presos políticos e, com a libertação de Luís Carlos Prestes, Diógenes Arruda aliou-se a ele na reorganização do PCB, afinal legalizado em outubro, mês em que Getúlio Vargas foi deposto. Segundo Osvaldo Peralva, nessa ocasião Arruda era o segundo dirigente do partido, tendo conseguido neutralizar tentativas de outros, como Pedro Pomar, para ultrapassá-lo.

Promulgada a nova Constituição em 18 de setembro de 1946, a Assembléia Nacional Constituinte foi transformada em Congresso ordinário e foram marcadas eleições suplementares para deputado e para o terceiro senador de cada estado, para 19 de fevereiro de 1947. Diógenes Arruda foi eleito deputado federal por São Paulo, na legenda do Partido Social Progressista (PSP), não sendo, portanto, atingido pelo cancelamento do registro do PCB em maio de 1947 e, conseqüentemente, pela cassação dos mandatos dos parlamentares eleitos nessa legenda, o que lhe permitiu continuar como um dos líderes do núcleo dirigente que então se formou.


Disponível em <http://www.fgv.br/cpdoc/acervo/dicionarios/verbete-biografico/diogenes-arruda-camara>
Acessado em: 02/12/2021.

Travessia perigosa

 

Travessia perigosa

Olavo de Carvalho

Diário do Comércio, 12 de maio de 2008

Em seu livro America and the World Revolution (Oxford University Press 1962), transcrição de conferências pronunciadas na Universidade da Pennsylvania na primavera de 1961 (tradução brasileira pela Zahar, 1963), Arnold Toynbee escreveu:

“Se queremos evitar o suicídio em massa, precisamos ter o nosso Estado mundial rapidamente, e isto provavelmente significa que precisaremos instaurá-lo numa forma não democrática, para começar.”

Não era uma profecia, era uma proposta. Ou melhor, era a reafirmação de uma proposta que já vinha sendo trabalhada nos altos escalões do establishment anglo-americano pelo menos desde 1928, quando Herbert George Wells publicou a primeira versão popular do plano, sob o título altamente sugestivo The Open Conspiracy. Alguns historiadores fazem o projeto remontar a finais do século XIX e apontam sua presença já entre as causas da I Guerra Mundial, mas nós não precisamos ir tão longe. Os melhores estudos sobre a vida e obra de Wells (W. Warren Wagar, H. G. Wells and the World State, Yale University Press, 1961; Michael Foot, The History of Mr. Wells, Washington DC, Counterpoint, 1995) não deixam dúvidas quanto ao papel desempenhado pelo autor de A Guerra dos Mundos na transformação de uma idéia geral num projeto político viável. Tal como Wells, Toynbee não foi apenas um intelectual, mas um ativista, colaborador íntimo do governo britânico e dos círculos globalistas. Sua obra monumental A Study of History (1939-1961) fornece a visão unificada do desenvolvimento histórico mundial, indispensável à preparação do terreno para o advento do governo mundial.

O estado mais recente de implementação dos planos traçados por esses visionários pode ser avaliado pelos seguintes parágrafos publicados no Taipei Times de 21 de fevereiro de 2006 (v. “State sovereignty must be altered in globalized era“) , aos quais nenhum comentarista político brasileiro prestou muita atenção embora seu autor fosse nada menos que Richard Haas, presidente do CFR, Council on Foreign Relations , o mais poderoso think-tank dos EUA e praticamente uma ante-sala da Presidência americana:

“Na era da globalização… os Estados têm de estar preparados para ceder algumas parcelas da sua soberania aos órgãos mundiais… Isso já está acontecendo no comércio…

“Alguns governos estão preparados para desistir de elementos de soberania para enfrentar a ameaça da mudança global do clima. Por um desses acordos, o protocolo de Kyoto, que vigora até 2012, os signatários concordam em eliminar certas emissões específicas. O que é preciso agora é uma ampliação do acordo, pela qual um número maior de governos, incluindo o dos EUA, da China e da Índia, aceitem limites às emissões e adotem padrões comuns por reconhecer que seria pior se nenhum país o fizesse.

“A globalização, portanto, implica não somente que a soberania está se tornando mais fraca na realidade, mas que ela deve mesmo se tornar mais fraca… A soberania já não é um refúgio.”

Observações:

1. O apelo sucessivo aos exemplos do comércio e da “mudança global do clima” mostra que o plano do Estado mundial tanto pode se legitimar como resposta unificada a problemas de escala internacional, quanto pode espalhar ele próprio uma onda alarmista em torno de problemas inexistentes para se legitimar por meios postiços e fraudulentos. Em 2006 o slogan “aquecimento global” ainda podia parecer um aviso de amigo. Decorridos dois anos, não só milhares de cientistas contestam abertamente esse dogma, mas até crianças de escola estão aptas a desbancar a lenda imposta ao mundo pela campanha bilionária em que brilha como supremo garoto-propaganda o ex-vice-presidente americano Al Gore (v. “Al Gore’s global warming debunked – by kids!”).

2. Os procedimentos usados para impor as reformas globalizantes contornam as vias democráticas normais por meio de decisões tomadas em discretas comissões tecno-científicas e administrativas cuja atividade o público mal pode compreender (v. “Golpe de estado no mundo“). A rapidez mesma das mudanças torna impossível ao cidadão comum perceber o sentido dos acontecimentos. A “opinião pública”, que em geral já não passa mesmo de um conjunto de impressões vagas sem grande conexão com a realidade, torna-se então um mero instrumento para a implantação de mutações que ela própria não pode nem entender nem influenciar. O programa de Toynbee surge aí realizado da maneira mais clara: o Estado mundial não suprime a democracia, mas a engole. Ela continua existindo, mas como órgão de um corpo superior que a abrange e controla sem que ela tenha disso a menor idéia.

3. Se outros fatos que tenho citado em meus artigos não o comprovassem abundantemente, o caso do Protocolo de Kyoto basta para mostrar uma coisa óbvia que muitos dos nossos nacionalistas relutam em entender: que nem os centros de comando do poder globalista se encontram no governo americano, nem os interesses do Estado global se identificam no mais mínimo que seja com os do bom e velho “imperialismo ianque”. Da Califórnia à Nova Inglaterra, da Flórida ao Oregon, ninguém ignora que curvar-se à ampliação do Protocolo de Kyoto é destruir na base a economia americana, reduzindo os EUA à condição de potência de segunda classe. Nem escapa à atenção geral o fato de que outros projetos globalistas propugnados pelo CFR, como o Tratado da Lei do Mar ou a dissolução das Fronteiras com o México e o Canadá, completariam essa destruição e fariam da nação americana um capítulo encerrado da História. Curiosamente, o mais lúcido intelectual de esquerda no mundo, Antonio Negri, já explicou e repetiu mil vezes que “Império” e “Estados Unidos” não são a mesma coisa, que o Império global em formação é supranacional não somente nos objetivos mas na sua própria constituição interna (não que Negri tenha descoberto pioneiramente alguma coisa: com pequenas diferenças, o essencial da sua concepção do Império, publicada em 2000 pela Harvard University Press sob o título Empire , já estava todo no meu livro O Jardim das Aflições , de 1996). Mas o fato de que nem mesmo a palavra de um esquerdista ilustre baste para desfazer a confusão de globalismo e americanismo já mostra que muito do nacionalismo brasileiro é antes uma forma de atavismo doentio do que um patriotismo inteligente. A linguagem cotidiana da política reflete isso: embora o único Império que existe no mundo seja aquele a que se refere Negri, no Brasil usa-se o termo “Império” como sinônimo de “Estados Unidos”, seguindo nisso a retórica comunista de Fidel Castro (v. o artigo dele ““Nuestro espiritu de sarificio y el chantaje del Imperio”, de 25 de abril). Com isso, o grande e verdadeiro Império, do qual a esquerda latino-americana é um dos principais instrumentos, fica a salvo da hostilidade pública, voltada contra uma nação em particular, a qual por ironia – mas não por coincidência – é justamente aquela que maiores obstáculos oferece às pretensões imperiais.

4. O esquema globalista apoiado pelo CFR não é o único que existe. Há um globalismo russo-chinês, consolidado no Pacto de Solidariedade de Shangai (v. “Sugestão aos bem-pensantes: Internem-se“), que atua principalmente por duas vias: o financiamento ao terrorismo e o domínio de nações inteiras por intermédio da mais formidável máquina de corrupção que já existiu no mundo. E há o globalismo islâmico, que se expande através da imigração usada como arma de guerra cultural, numa eficientíssima estratégia de ocupação por dentro. As relações entre esses três esquemas de dominação são extremamente complexas e sutis. O Pacto de Shangai, por exemplo, apresenta-se como reação de esquerda ao “globalismo imperialista”, mas na verdade não se opõe a ele de maneira alguma, e sim apenas aos EUA, ajudando portanto o globalismo a minar a resistência americana (o cacoete lingüístico brasileiro acima mencionado é amostra local desse fenômeno). O esquema islâmico e o russo-chinês podem, até certo ponto, ser vistos como concorrentes entre si, mas aí também uma rede de atenuações e ambigüidades torna proibitiva toda simplificação esquemática.

5. Nenhum país pode “enfrentar” o globalismo avassalador, mas cada um tem a obrigação de se integrar nele da maneira mais proveitosa para o seu povo, sem nada ceder dos seus interesses vitais. Para isso, no entanto, é preciso uma elite intelectual altamente preparada, capaz de orientar-se nos meandros da mais vasta e complexa mutação histórica de todos os tempos. No Brasil essa elite não existe de maneira alguma, e a presunção de que as nossas instituições de ensino “superior” possam prepará-la é tão ridícula que nem merece discussão. Nos cursos que não foram reduzidos à condição de escolinhas de militantes, predomina o praticismo econômico mais rasteiro ou então o formalismo acadêmico que só sabe raciocinar em termos de instituições e doutrinas, sem ir jamais às questões fundamentais. Que eu saiba, o único brasileiro que está preocupado em formar essa elite sou eu mesmo, mas, como os senhores não ignoram, só posso trabalhar em escala miúda, proporcional aos meus recursos, isto é, à falta de recursos. O Brasil parece destinado a atravessar esta grande e perigosa época sem compreender para onde vai nem saber quem o leva.


Disponivel em<https://olavodecarvalho.org/travessia-perigosa/>

Acessado em: 02/12/2021.