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22 de junho de 2026

Cinquenta Tons de Cinza

Cinquenta Tons de Cinza, 

escrito por E. L. James, é o primeiro volume de um fenômeno global da literatura erótica. 

A história acompanha Anastasia Steele, uma estudante universitária ingênua que se envolve com Christian Grey, um jovem bilionário brilhante, controlador e adepto de práticas sadomasoquistas. 

O título é um trocadilho com o sobrenome do protagonista, Grey (que significa "cinza" em inglês


> @prof.wendel:11 sites

O livro Cinquenta Tons de Cinza, escrito por E. L. James, é o primeiro volume de um fenômeno global da literatura erótica. 

A história acompanha Anastasia Steele, uma estudante universitária ingênua que se envolve com Christian Grey, um jovem bilionário brilhante, controlador e adepto de práticas sadomasoquistas. 


O título é um trocadilho com o sobrenome do protagonista, Grey (que significa "cinza" em inglês). 

Wikipedia +4


Resumo da Trama

Tudo começa quando Anastasia vai entrevistar Christian Grey para o jornal da faculdade. Ela se depara com um homem enigmático e atraente, despertando uma paixão intensa em ambos. 


No entanto, Grey impõe seus próprios termos para o relacionamento, revelando seus desejos por submissão e controle. À medida que o casal se envolve, Anastasia se vê confrontada não apenas com seus próprios desejos, mas também com os segredos sombrios do passado de Christian. 


Ordem da Trilogia

A série principal que acompanha o romance sob a perspectiva de Anastasia é composta por três volumes: 


Cinquenta Tons de Cinza

Cinquenta Tons Mais Escuros

Cinquenta Tons de Liberdade 


Além dos livros originais, a autora expandiu o universo com obras contadas sob o ponto de vista de Christian Grey. 


Onde Encontrar e Ler

Os livros estão amplamente disponíveis para compra em formato físico ou digital. Você pode verificar preços, avaliações e promoções através das seguintes plataformas:


Amazon: Confira as opções de livros e edições de colecionador no site da Amazon.

Editora Intrínseca: Para saber mais sobre a obra oficial no Brasil, acesse a página da editora Cinquenta Tons de Cinza na Intrínseca. 


Para dicas sobre o enredo e uma análise aprofundada de como a versão recontada por Christian Grey se compara à história original da protagonista Anastasia:

12:08

GREY É MELHOR QUE 50 TONS DE CINZA! | ANÁLISE DOS LIVROS # ...

YouTube · Karol Theisen

De acordo com a psicologia e o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), não existe uma classificação oficial que ordene os transtornos de personalidade rigidamente do "mais moderado" para o "mais crônico", pois todos são condições crônicas por definição e a gravidade depende de cada indivíduo.

No entanto, com base no nível de prejuízo funcional, na rigidez dos sintomas e na resposta geral ao tratamento clínico, os 10 transtornos de personalidade são frequentemente compreendidos na psicologia do espectro mais manejável (moderado) para o mais severo e refratário (crônico).


Abaixo está a lista organizada do menor para o maior impacto funcional e resistência a intervenções:


*Nível Moderado 

(Mais tratáveis e integrados à sociedade)


Os indivíduos desta categoria costumam manter uma rotina de trabalho e relacionamentos, 

embora sofram com altos níveis de ansiedade e autocrítica.


Transtorno de Personalidade Dependente: Caracterizado por uma necessidade excessiva de ser cuidado, gerando comportamento submisso e medo de separação. Responde muito bem à psicoterapia focada em autonomia. 


Transtorno de Personalidade Obsessivo-Compulsiva (TPOC): Marcado por preocupação excessiva com organização, perfeccionismo e controle. Embora cause sofrimento, esses indivíduos costumam ser altamente funcionais no ambiente profissional. 


Transtorno de Personalidade Esquiva: Envolve hipersensibilidade a avaliações negativas e isolamento social por medo de rejeição. Apresenta boa melhora com abordagens cognitivo-comportamentais. 



*Nível Intermediário 

(Dificuldades interpessoais acentuadas)


Apresentam maior inflexibilidade e os sintomas geram conflitos frequentes com o ambiente externo, mas ainda há preservação de vários aspectos da realidade. 


Transtorno de Personalidade Histriônica: Busca constante por atenção, dramaticidade e expressão emocional superficial. O prejuízo é focado na estabilidade dos vínculos. 


Esta pesquisa realiza uma análise interdisciplinar que conecta a literatura popular com a psicopatologia clínica e a gestão da saúde pública. O estudo inicia-se com a investigação de perfis comportamentais em obras de ficção para fundamentar uma discussão técnica sobre transtornos de personalidade, como o narcisismo e a psicopatia. 




<https://studio.youtube.com/video/VHzPaw_7Y-Y/edit>




Estou farmando em jogos free to play. 

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6 de dezembro de 2023

@prof.wendel Gravação off-reunião _ Assembleia

 <https://youtu.be/OS9cn2tWr4E?si=xHfCEhfG_0U3nIRi>

5 de dez. de 2023

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22 de setembro de 2022

Regina Duarte

 O juiz perguntou ao assassino do ex-presidente egípcio:

- Por que você matou Moḥamed al Sadat?
Ele lhe disse:
- Porque ele era um secular.
O juiz perguntou:
- O que significa secular?
O assassino disse:
- eu não sei! //::///
No caso da tentativa de assassinato do falecido escritor egípcio Nagib Mahfuz, o juiz perguntou ao homem:
- Por que você o esfaqueou?
O terrorista disse: -
“Por causa do seu romance - “As Crianças do nosso Bairro".
O juiz lhe perguntou: -
Você já leu este romance?
O criminoso disse:
- Não!
Outro juiz perguntou ao terrorista que matou o escritor egípcio "Farag":
- Por que você matou Farag?
O terrorista respondeu:
- Porque ele é um infiel!
O juiz lhe perguntou: - “Como você sabia que ele era infiel?”
O terrorista respondeu:
- De acordo com os livros que ele escreveu"
O juiz disse:
- Qual dos livros dele
fez você acreditar
que ele era infiel?
O terrorista:
- “Não li seus livros! "
Juiz disse :
- Como?
O terrorista respondeu:
- Não sei ler nem escrever!
🫤
O ódio nunca se espalha com o conhecimento. Se espalha através da ignorância.

***
Em certa medida, boa parte
da repulsa e da rejeição
ao Presidente Bolsonaro
se deve tbm a uma completa ignorância .
Ignorância que é fruto de uma propaganda massiva, diária e sem tréguas que vem massacrando os brasileiros há mais de três anos e meio contra seu Presidente eleito democraticamente .
Isso : acaba por "convencer" uma boa parte do eleitorado de que nada no Governo Bolsonaro é positivo!

https://www.instagram.com/reel/CiyE-zLo4S-/?utm_source=ig_web_copy_link

4 de agosto de 2022

1ª Bienal Internacional de Caldas Novas | 1º Cult In Fest

1ª Bienal Internacional de Caldas Novas 

1º Cult In Fest


 Caldas Novas | Goiás | Brasil



Adquira seu passaporte para os quatro dias.

Valor do passaporte:

Inteiro: R$ 40,00 (os quatro dias exceto nos painéis e shows)
Meia: R$ 20,00 (exceto painéis e shows)
Até dia 20 de agosto adquira seu passaporte por um valor especial de meia entrada (R$ 20,00)


Informações pelo telefone: (64) 98122-9674 (WhatsApp)

E-mail: cristianoluizdejesus@yahoo.com.br


15 de dezembro de 2016

O que acontece se você dormir com cebolas nos pés?

O que acontece se você dormir com cebolas nos pés?



Este vídeo, publicado em 9 de dez de 2016, fala sobre os benefícios trazidos pela cebola. Além de ser uma ótima opção para a culinária, esse legume também proporciona muitos benefícios para a nossa saúde, sabia disso? Ou você achava que a cebola só servia pra fazer a gente chorar? 

Se você nunca foi muito com a cara dela, hoje esse conceito pode mudar, pois você vai se surpreender bastante com o assunto desse vídeo. Você sabe o que acontece se você dormir com cebolas nos pés?

FATOS E REFERÊNCIAS
LEIA MAIS:

http://healthywildandfree.com/this-is...
http://belezaesaude.com/cebola/
https://melhorcomsaude.com/4-benefici...
http://www.abarj.com.br/acupuntura.htm
http://www.medicinachinesapt.com/

1 de janeiro de 2016

Solange video

Solange video


Para encerrar o ano de 2015 produzi este vídeo em agradecimento.
A minha amiga secreta, professora Walquiria, que me presenteou com um lindo chapéu e uma bussola. E, a dedicação deste vídeo a uma pessoa especial a Solange.

Solange é uma vlogueira. Ela tem o canal Solange Video.
Inscreva-se!

O video eu inicio os meus agradecimentos. Falo um pouco da história do telefone. Sabia que o telefone apenas funcionava conectado a uma tomada na parede?! Pois é, faz tão pouco tempo que os celulares invadiram as residências que parece coisa de outro mundo.

Meu primeiro aparelho de celular foi um NOKIA. A rede TDMA e CDMA não funcionam mais. Por isso, ele deixou o seu uso a muito tempo.

A tecnologia 3G veio substituir os primeiros modelos de telefone celular. A tela já era colorida, função de rádio FM e até Câmera.

O terceiro celular é Android. Este sim, com os jogos que a galera curtem. Após eu falar um pouco sobre os telefones, eu finalmente entro no assunto dos VIDEO-GAMES. Mostro um exemplar bem antigo dos primeiros modelos vendidos em meu tempo de infância.

Para assistir ao vídeo na versão HD, veja: https://www.youtube.com/watch?v=SBnTdznU2Hk

Um abraço e até o próximo vídeo.

21 de novembro de 2015

Aula de Tópico de Geografia - Ceja Filostro Machado Carneiro - ProfessorWendel

Aula de Tópico de Geografia

CEJA Filostro Machado Carneiro  - ProfessorWendel



A REPRESENTAÇÃO DA TERRA


O globo terrestre é a representação da Terra que mais se aproxima da forma real do planeta. Nele é representada a superfície curva do planeta Terra.

Planisfério

Além do globo terrestre, podemos representar a superfície terrrestre, ou parte dela, em uma superfície plana, como uma folha de papel, por exemplo. Essa representação é chamada mapa.
O planisfério é um mapa que representa toda a superfície terrestre.

Mapa

Pode-se confeccionar mapas, ou seja, as representações dos caminhos, das atividades e dos lugares de vivência do ser humano. Alguns mapas também representavam como os lugares desconhecidos eram imaginados pelas pessoas.
Os elementos que compõe um mapa são título, legenda, orientação, escala e fonte.

Título - traz informações que identificam o mapa.
Legenda - indica o significado dos símbolos e das cores utilizados no mapa.
Orientação - indica a direção do mapa. (norte magnético)
Escala - indica quantas vezes o tamanho real foi reduzido para ser representado no mapa.
Fonte - fornece a origem das informações apresentadas no mapa.

Tipos de mapas

-mapa político;
http://www.ideiasedicas.com/wp-content/uploads/2013/03/mapa-politico-do-brasil-1001x1024.png

-mapa físico;
http://www.guiageografico.com/mapas/mapa/brasil-fisico.jpg

-mapa temático;
http://cbhfurnas.org.br/imagens/image/Mapa_tematico.JPG

ATIVIDADES

Questão 01 - O que a imagem de satélite e o globo terrestre mostram?
Questão 02 - Além da imagem de satélite e do globo terrestre, você conhece outras formas de representação da Terra.
Questão 03 - Em qual continente você mora?

8 de novembro de 2015

Aula de Geografia - Ceja Filostro Machado Carneiro

Aula de Geografia - Ceja Filostro Machado Carneiro

Publicado em 8 de nov de 2015
A apresentação dos grupos foi maravilhosa. Com autorização, postamos esta brilhante apresentação. A disciplina de Geografia foi bem representada por este jovem cientista.

CEJA - Centro Educacional de Jovens e Adultos Filostro Machado Carneiro
Endereço: R. 13, 25 - Estâcia Itaici II, Caldas Novas - GO, 75690-000
Telefone:(64) 3454-1055

Filosofia e Ciencia na Grecia antiga

Filosofia e Ciência na Grécia antiga

A filosofia grega marcou o início do desenvolvimento da ciência.

A filosofia, que significa amor à sabedoria, nasceu na Grécia. Os estudos da filosofia nasceram do desejo humano de explicar o universo, das perguntas e dúvidas que sempre incomodaram o ser humano. Qual a origem do homem? O que é a verdade? O que é certo e justo?

Com a filosofia, os estudiosos procuravam responder a essas e outras perguntas com argumentos racionais, diferentes das explicações dadas pelos mitos. Tales de Mileto, considerado o primeiro filósofo grego, afirmava que o princípio de tudo era a água.



10 de outubro de 2015

Atividade extra-classe parte 01/02

Atividade extra-classe parte 01/02

Enviado em 10 de out de 2015
Alunos, professores e toda comunidade escolar prestigiaram no dia de ontem, 09 de outubro, um aluno especial.

Na semana da criança foi dado espaço para apresentação de nossos "futuros" talentos.

Nesta primeira parte mostramos a prévia da apresentação. Os alunos com muita animação esperavam, com euforia, o representante do 9º (nono) ano, matutino.


Atividade extra-classe parte 02/02

Atividade extra-classe parte 02/02

Enviado em 10 de out de 2015
Alunos, professores e toda comunidade escolar prestigiaram no dia de ontem, 09 de outubro, um aluno especial.

Nesta segunda parte mostramos a apresentação do aluno do 9º (nono) ano, matutino.

A animação foi total. Em clima de festa, os alunos entram na dança. Até mesmo as professoras foram convidadas.


Futebol sem bola

Futebol sem bola

Que tal uma partida de futebol sem bola?
A imaginação da garotada não tem limite mesmo! =)

A animação do "comentarista" é impressionante. No período vespertino, conseguimos registrar estas imagens de um momento de descontração e lazer.

Nestes cinquenta e dois (52) segundos pode-se observar peculiaridades do dia-a-dia do convívio escolar. Divirta(m)-se!


19 de setembro de 2015

Noções de Cartografia - Estado de Goias

Noções de Cartografia - Estado de Goias

Compreender um mapa não é tão difícil. Com um pouco de prática podemos verificar como é simples utilizar. Em 2001, foi elaborado o mapa abaixo (imagem 01):


Imagem 01:

Percebemos alguns elementos básicos de um mapa. No canto inferior direito encontra-se o título do mapa, Estado de Goiás - político e rodoviário. Logo acima, a legenda (convenções). E, um recorte colorido dos municípios situados ao sul-sudeste de Goiás.

A simbologia da legenda (convenções) identifica o seguinte: rodovias, aglomerados urbanos, limites (entre os municípios), hidrografia e, outros.

Escala

A escala representa 1: 1.700.000
Com uma régua, o valor correspondente de Ipameri a Catalão, em linha reta, é de três (03) centímetros. Sabendo que a distância entre estes municípios é de 65 km, podemos deduzir que cada centímetro equivale aproximadamente a 21Km.

Distância Percorrida.

Os pontos amarelos identificam, no mapa, os municípios percorridos. Partindo de Anhanguera, segue-se o trajeto por Cumari, Goiandira, Catalão, Ipameri e Caldas Novas. De acordo com a imagem 02, a Atividade 01 é a soma das distâncias a serem percorridas. (12+14+15+20+30+15+65 = 171 Km)
Imagem 02:

Identificando Municípios

O mapa abaixo está em preto e branco. Foi destacado, com a cor azul, o município de Caldas Novas.
Imagem 03:

LOCALIZANDO O CEJA

Então, preparados para fazerem contas?! Espero que sim. Vejam os dados:

...:::COORDENADAS GEOGRÁFICAS:::...
17°45'35.3"S 48°36'54.9"W
-17.759804 (eixo y), -48.615236 (eixo x)

R. 13, 514-592
Caldas Novas - GO, 75690-000
-17.759365, -48.615147

EIXO X
-17.759365

EIXO Y
-48.615147

Que tal visitar o site http://www.dpi.inpe.br/calcula/ e fazer as contas.
Preencha a primeira seção "Converte Coordenadas" com os dados acima. Depois avance na seção "Selecione a Projecao de saida" e, por último, clique no link a direita "Veja a região no Google Maps".
Então se abrirá a página: https://www.google.com.br/maps/place/17%C2%B045'33.7%22S+48%C2%B036'54.5%22W/@-17.759365,-48.615147,16.83z/data=!4m2!3m1!1s0x0:0x0?hl=pt-BR


CEJA - Coordenadas Geograficas


Calculadora Geografica


Mapa do Relevo da Região de Caldas Novas.


18 de setembro de 2015

Desenho Arquitetônico, trabalho em sala

Desenho Arquitetônico

TRABALHO EM SALA – GRUPO [1] [2] [3] [4]

Bem-vindo ao resumo do curso de Desenho Arquitetônico, da Coleção de Competências Transversais do SENAI. Neste curso, aborda-se a História, Normatização, Materiais e Instrumentos, Formato do Papel, Cotas, Planta Baixa e Ferramentas Utilizadas. Boa sorte! O profissional de desenho arquitetônico  deve demonstrar de modo criativo os aspectos da sua ideia, sem deixar dúvidas para qualquer pessoa que esteja lendo o desenho executado. Seus símbolos devem fazer-se entender, de modo que a linguagem gráfica deva ser simplificada e com um grande número de detalhes.

Introdução

Embora você já tenha contato com desenho desde os primeiros anos de sua vida, fazem-se necessárias algumas informações sobre o desenho técnico para que você possa distingui-lo dos demais. Vamos então aprender um pouco.

O desenho é uma forma de expressão, assim como a comunicação verbal e escrita, usada por artistas e diversos profissionais e, de uma forma geral, projetistas que necessitam transmitir uma ideia de produto a fim de que o entendimento de sua execução seja feita da maneira mais clara possível. Assim, esta comunicação realiza-se através de linhas, traçados, símbolos e indicações textuais, todos estes normatizados internacionalmente.

Cabe ressaltar que os desenhos podem ser classificados em dois tipos básicos:

- projetivos: resultam de projeções do objeto em um ou mais planos de projeção (vistas ortográficas e perspectivas);
- não-projetivos: desenhos resultantes de cálculos algébricos (gráficos, fluxogramas, diagramas etc.).

Percebe-se, portanto, que o desenho técnico normatizado é do tipo projetivo e sendo o desenho arquitetônico, em um sentido restrito, uma especialização do desenho técnico normatizado, voltada à execução e à representação de projetos de arquitetura.

Em uma perspectiva mais ampla, o desenho de arquitetura poderia ser encarado como todo o conjunto de registros gráficos produzidos por arquitetos ou outros profissionais da área. O desenho de arquitetura nada mais é do que uma linguagem gráfica padronizada, que visa facilitar a relação entre os consumidores, clientes e profissionais da área de construção civil.

Primeiramente, os desenhos arquitetônicos são executados sobre pranchetas, com uso de réguas, esquadros, lapiseiras, escalas, compassos, canetas de nanquim, etc. Levando o executor ao domínio das ferramentas e conhecimento de normatizações, fases do desenho e suas complementações, para posteriormente ser introduzido ao desenho informatizado.

Hoje podem ser também digitalizados através da computação gráfica, em programas de computador específicos, que quando reproduzidos devem ter as mesmas informações contidas nos convencionais. Ou seja, os traços e os demais elementos apresentados deverão transmitir todas as informações necessárias, para a construção do objeto, com a mesma representatividade, nos dois processos.



Você foi contratado como auxiliar de desenho em um escritório de Arquitetura, onde realizará as atividades de desenho manual. Nesse escritório muitos serviços são realizados, e muitos deles requerem traços precisos, bem como a utilização de equipamentos que auxiliem o desenho a ser realizado, copiado ou alterado manualmente, sem o auxílio de softwares específicos.

Para que seja realizada a atividade de desenho é necessário ter conhecimento de sua história, componentes e principalmente das Normas Regulamentadoras Brasileiras que definem e regulamentam o seu desenvolvimento. É fundamental que o profissional "copista" compreenda com clareza os componentes, formatos, símbolos e de sua representação final.


MODULO 01


Ao longo da história, a comunicação através do desenho evoluiu dando origem a duas formas de desenho: o desenho artístico (em que se expressam ideias e sensações, estimulando a imaginação do espectador); e o desenho técnico (em que há a representação dos objetos o mais próximo do possível, em formas e dimensões reais).


História

O homem se comunica por meio de grafismos e desenhos desde as épocas mais retrógradas. As primeiras representações foram executadas em forma de pinturas. A geometria descritiva de Gaspar Monge (1746-1818) foi o marco do desenho técnico. Ela propôs um método de representação bidimensional sobre uma superfície de papel das superfícies tridimensionais dos objetos, razão pela qual ela fundamenta a técnica do desenho até os dias atuais.

Com o advento da Revolução Industrial, surgiu mais controle dos processos construtivos, ou seja, mais rigor nos projetos das máquinas. Com isso, os projetistas necessitaram de um meio padronizado para se comunicar e assim foram instituídas, a partir do século XIX, as primeiras normas técnicas de representação gráfica de projetos. Vamos dar uma espiada nesta tal de normatização.

A arquitetura é expressa através do desenho. É por meio dele que o arquiteto exterioriza as suas criações e soluções, representando o seu projeto, seja de um mobiliário, um ambiente aberto, uma residência ou, até mesmo, de uma cidade. Segundo Schuler et al. (2008), "O desenho começou a ser usado como meio preferencial de representação do projeto arquitetônico a partir do Renascimento, quando as representações técnicas foram iniciadas nos trabalhos de Brunelleschi e Leonardo Da Vinci."

Normas de Desenho Arquitetônico:
NBR 6492/94 - Representação de projetos de arquitetura;
NBR 8196/99 - Emprego de escalas;
NBR 8403/84 - Aplicações de linhas - tipos e larguras;
NBR 10068/87 - Folha de desenho - leiaute e dimensões;
NBR 13142/99 - Dobramento e cópia.
Agora que já conhecemos as normas, e sabendo que todo trabalho necessita de ferramentas e materiais, vamos ver quais são as ferramentas que devemos conhecer para podermos desenhar.


Normas

Conforme já dito, o desenho é a principal forma de comunicação e transmissão das ideias do arquiteto, e através dele é que os demais profissionais envolvidos compreendem o que está representado em seus projetos e vice-versa. Schuler et al. (2008) relatam que a normatização para desenhos de arquitetura tem a função de estabelecer regras e conceitos únicos de representação gráfica, possibilitando ao desenho técnico atingir o objetivo de representar o que se quer tornar real. Dessa maneira é importante buscar o conhecimento das normas pertinentes. Esta norma estipula as exigências para a representação de projetos em arquitetura.

O tipo de papel depende do tipo de projeto, da reprodução de desenho e sobretudo do objetivo do desenho. A recomendação é que se utilize um papel transparente: vegetal ou sulfurize, ou papel opaco (por exemplo, o sulfite).

Já com relação ao formato de papel, deve-se reportar à norma NBR 10068/1987, que define que a margens devam ser: superior, direita e inferior = 10mm e esquerda = 25mm, no entanto, para o formato A4, as margens superior, direita e inferior devem ser de 7mm.

No canto inferior esquerdo, deve-se reservar uma área para a legenda (carimbo) seguindo a NBR 10068/1987.
As escalas são estipuladas pela NBR 8196/1999.

A escrita técnica é preconizada pela NBR 8402/1996, no entanto a NBR 6492/1994 apresenta, em seu anexo, os tipos de números e letras para o desenho arquitetônico.

As aplicações dos tipos de linhas são definidos pela NBR 8403/1984, mas a NBR 6492/1994 apresenta as aplicações mais utilizadas nos desenhos arquitetônicos.

Outras notações também são definidas por esta norma:
  • INDICAÇÃO DO NORTE MAGNÉTICO;
  • INDICAÇÃO DOS ACESSOS;
  • INDICAÇÃO DOS SENTIDOS DE ESCADAS E RAMPAS;
  • INDICAÇÃO DE INCLINAÇÃO DE TELHADOS E PISOS;
  • REPRESENTAÇÃO DE COTAS DE VÁRIOS TIPOS;
  • INDICAÇÃO E MARCAÇÃO DE CORTES;
  • INDICAÇÃO DE FACHADAS E ELEVAÇÕES;
  • DESIGNAÇÃO DE PORTAS E ESQUADRIAS;
  • REPRESENTAÇÃO DOS MATERIAIS USADOS.


NBR 8196/99 - Emprego de escalas


Esta norma preconiza as diretrizes para o emprego de escalas e suas designações em desenhos técnicos. Assim, define como devem ser representadas as escalas e que estas devem ser representadas na legenda da folha de desenho, caso seja apenas uma escala utilizada. Caso haja necessidade de utilizar outras escalas na mesma folha de desenho, elas deverão ser indicadas junto ao detalhe ou vista. Salienta também que a escolha da escala está diretamente ligada à finalidade e à complexidade do objeto que se deseja representar e a escolha desta definirá também o formato da folha a ser utilizada para a representação do desenho.

NBR 8403/84 - Aplicações de linhas - tipos e larguras


Esta norma define os tipos e os escalonamentos de larguras de linhas que devem ser empregados nos desenhos técnicos e desenhos semelhantes. As linhas respeitam o mesmo escalonamento dos formatos de papel, ou seja, se houver uma redução ou ampliação do desenho, devem ser mantidas as larguras originais das linhas. O escalonamento de larguras em milímetros devem seguir a sequência: 0,13 - 0,18 - 0,25 - 0,35 - 0,50 - 0,70 - 1,00 - 1,40 - 2,00.

Outro aspecto definido por esta norma é que há dez tipos de linhas com suas respectivas espessuras, para facilitar a compreensão e a interpretação dos desenhos, pois para cada tipo há o uso adequado.

NBR 10068/87 - Folha de desenho - leiaute e dimensões


Esta norma define uma padronização dimensional e de leiaute da folha de desenho técnico, tendo como formato padrão a folha denominada A0, que possui 1 metro quadrado, com a dimensão 841 x 1189mm. Os outros tamanhos derivaram deste e serão menores. A escolha do formato será em função da clareza do desenho, sempre priorizando os tamanhos menores, se possível. As margens limitam os espaços para o desenho, e a margem esquerda deve sempre ser maior que as demais para possibilitar a furação desta e posterior arquivamento do desenho. Ela também reforça a necessidade de que todas as folhas de formato A devem ser executadas 4 marcas de centros.

NBR 13142/99 - Dobramento e cópia


Esta norma define como devem ser realizados o dobramento e a cópia de desenho técnico. O formato final do dobramento deve ser o A4, ou seja, mesmo que se utilize uma folha A0, A1, A2 e A3, este formato deverá ser atingido por meio do dobramento adequado da folha. Outro aspecto a ser atendido é que o dobramento deverá ao final deixar a legenda visível, atendendo assim à NBR 10582/1998. Caso as cópias do desenho de formatos A0, A1 e A2 devam ser perfuradas para arquivamento, o canto superior esquerdo deve ser dobrado para trás.


Materiais e instrumentos do desenho arquitetônico

Borracha

Para quem faz desenho técnico é muito importante se ter uma borracha de qualidade para correções. A Caneta Borracha é muito procurada por ser extremamente fina e facilitar muito o trabalho na hora de apagar detalhes.

Lapiseira e grafite

Para o desenho técnico, são usadas basicamente as lapiseiras 0.3mm e 0.5mm, variando os grafites quanto a necessidade de peso e espessura dos traços. Os grafites mais usados são: 2H, H, F, HB.

Série B (B, 2B...) - macio e traços largos
Série H (H, 2H...) - duros e traços estreitos
Série HB e F - Intermediários

Esquadro

É um instrumento utilizado em desenhos arquitetônicos, possui forma de um triângulo retângulo, ou de um L que seve para traçar linhas perpendiculares e algumas linhas inclinadas, também para medir e verificar ângulos retos. Em geral, são feitos de acrílico ou plástico.

Transferidor

A principal função do transferidor é medir ângulos entre duas linhas de interseção, desenhar ou criar ângulos específicos.

Réguas T e Paralela

As réguas são instrumentos para traçado de retas paralelas e perpendiculares, a serem usadas juntamente de um par de esquadros.

Prancheta

Uma mesa, normalmente inclinável, na qual é possível manter pranchas de desenho em formatos grandes (como o A zero) e onde se possam instalar réguas T ou paralelas.

Escalímetro

Um tipo especial de régua, normalmente com seção triangular, com a qual podem ser realizadas medidas em escalas diferentes. Podem ser apresentados em cinco modelos comerciais, sendo o mais utilizado o nº 1 que contempla as escalas: 1:20/1:25/1:50/1:75/1:100 e 1:125.

Escalas

Escala é a relação proporcional entre a medida do objeto (tamanho real) e a medida do desenho. Sem a escala exigiria-se um papel do tamanho daquilo que estamos desenhando. No caso de uma planta baixa, seria tão grande que não caberia no cômodo além de difícil de ler, por isso, usamos a escala de desenho. Desenhamos aquilo que desejamos reduzindo todas as dimensões proporcionalmente segundo uma escala. Podemos por exemplo reduzir todas igualmente dez vezes. Temos, neste caso, uma escala de 1:10 (lê-se: um para dez).

Exemplos

Escala de 1:50 (a mais comum em arquitetura): cada metro no desenho corresponde a 50 metros reais, ou seja, 1cm corresponde a 0,5m, ou 50cm.
Escala de 1:100: cada metro no desenho corresponde a 100 metros reais, ou seja, 1cm corresponde a 1m.
Escala de 1:20: cada metro corresponde a 20 metros reais, ou seja, 1cm corresponde a 0,2m.
Escala de 1:25: cada metro corresponde a 25 metros reais, ou seja, 1cm corresponde a 0,25m.

Folhas

As folhas mais usadas para o desenho técnico são do tipo sulfurizê. Anteriormente à popularização do CAD, normalmente desenvolvia-se os desenhos em papel manteiga (desenhados a grafite) e eles eram arte-finalizados em papel vegetal (desenhados a nanquim). Os desenhos devem ser executados em papéis transparentes ou opacos, de resistência e durabilidade apropriadas. A escolha do tipo de papel deve ser feita em função dos objetivos, do tipo do projeto e das facilidades de reprodução.

Papel transparente: manteiga, vegetal, albanene, poliéster e cronaflex.

Papel opaco: canson, schoeller ou sulfite grosso. Atualmente o papel mais utilizado para projetos é o papel sulfurizê, que é transparente apesar de opaco, recomendado para desenhos coloridos e desenhos a lápis.

Compasso

É um instrumento de desenho que faz arcos de circunferência.

Caneta Nanquim

É uma caneta que contém um reservatório recarregável de tinta.

Caneta Nanquim
A tinta nanquim ou tinta da china é um material corante preto originário da China. É preparada com negro-de-fumo coloidal e empregada em desenhos, aquarelas e na escrita. Desenvolvida pelos chineses há mais de 2.000 anos, é constituída de nanopartículas de carvão suspensas em uma solução aquosa.

Gabaritos

Pequenas placas plásticas ou metálicas que possuem elementos pré-desenhados vazados e auxiliam seu traçado, como instalações sanitárias, circunferências, etc.

Normógrafo


O normógrafo é um instrumento auxiliar para desenho. O tipo mais comum é o normógrafo para desenho de caracteres, porém há outros destinados ao desenho de formas geométricas, como círculos e polígonos. Pode ser uma régua vazada através da qual se desenham letras e números ou então uma régua com sulcos no formato dos caracteres, que são transferidos para o papel através de um instrumento denominado de aranha para normógrafo.

Tipos de Relevo, Atividades de Geografia

CEJA - Centro Educacional de Jovens e Adultos Filostro Machado Carneiro
Caldas Novas-GO, 08 de setembro de 2015.
Professor: Wendel Mendes Teixeira
1º Ano "___" Ensino Médio                         Disciplina: GEOGRAFIA
Aluno(a):_______________________________________________________ n.º____

TIPOS DE RELEVO

A superfície terrestre é composta por diferentes tipos de relevo: montanhas, planícies, planaltos e depressões.
O relevo corresponde às variações que se apresentam sobre a camada superficial da Terra. Assim, podemos notar que o relevo terrestre apresenta diferentes fisionomias, isto é, áreas com diferentes características: algumas mais altas, outras mais baixas, algumas mais acidentadas, outras mais planas, entre outras feições.

Para melhor analisar e compreender a forma com que essas dinâmicas se revelam, foi elaborada uma classificação do relevo terrestre com base em suas características principais, dividindo-o em quatro diferentes formas de relevo: as montanhas, os planaltos, as planícies e as depressões.

Montanhas

Os Alpes, na Europa, formam uma cadeia de montanhas
As montanhas são formas de relevo que se caracterizam pela elevada altitude em comparação com as demais altitudes da superfície terrestre. Quando tidas em conjunto, elas formam cadeias chamadas de cordilheiras, a exemplo da Cordilheira dos Andes, na América do Sul, e da Cordilheira do Himalaia, na Ásia.

Existem quatro tipos de montanhas: as vulcânicas, que se formam a partir de vulcões; as de erosão, que surgem a partir da erosão do relevo ao seu redor, levando milhões de anos para serem formadas; as falhadas, originadas a partir de falhamentos na crosta, que geram uma ruptura entre dois blocos terrestres, ficando soerguidos um sobre o outro; e as dobradas, que se originam a partir dos dobramentos terrestres causados pelo tectonismo. De todos esses tipos, o último é o mais comum.

Planaltos

Imagem do planalto tibetano
Os planaltos – também chamados de platôs – são definidos como áreas mais ou menos planas que apresentam médias altitudes, delimitações bem nítidas, geralmente compostas por escarpas, e são cercadas por regiões mais baixas. Neles, predomina o processo de erosão, que fornece sedimentos para outras áreas.

Existem três principais tipos de planaltos: os cristalinos, formados por rochas cristalinas (ígneas intrusivas e metamórficas) e compostos por restos de montanhas que se erodiram com o tempo; os basálticos, formados por rochas ígneas extrusivas (ou vulcânicas) originadas de antigas e extintas atividades vulcânicas; e os sedimentares, formados por rochas sedimentares que antes eram baixas e que sofreram o soerguimento pelos movimentos internos da crosta terrestre.

Planícies

O Rio Amazonas é cercado por uma área de planície
São áreas planas e com baixas altitudes, normalmente muito próximas ao nível do mar. Encontram-se, em sua maioria, próximas a planaltos, formando alguns vales fluviais ou constituindo áreas litorâneas. Caracterizam-se pelo predomínio do processo de acumulação e sedimentação, uma vez que recebem a maior parte dos sedimentos provenientes do desgaste dos demais tipos de relevo.

Depressão

Mar morto, exemplo de depressão absoluta
São áreas rebaixadas que apresentam as menores altitudes da superfície terrestre. Quando uma localidade é mais baixa que o seu entorno, falamos em depressão relativa, e quando ela se encontra abaixo do nível do mar, temos a depressão absoluta. O mar morto, no Oriente Médio, é a maior depressão absoluta do mundo, ou seja, é a área continental que apresenta as menores altitudes, com cerca de 396 metros abaixo do nível do mar.

Por Rodolfo Alves Pena
Graduado em Geografia

Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:
PENA, Rodolfo F. Alves. "Tipos de Relevo"; Brasil Escola. Disponível em . Acesso em 11 de setembro de 2015.

RELEVO BRASILEIRO

GEOGRAFIA DO BRASIL

Planaltos, depressões e planícies formam o relevo brasileiro.

O relevo apresenta diferentes formações que são consequências das ações de agentes endógenos (resultado da energia do interior do planeta que se manifesta pela dinâmica ou tectônica das placas) e agentes exógenos (associados ao clima da área, como as chuvas, ventos e geleiras, que criam ou dão as formas esculturais ao relevo através de um processo erosivo).

O relevo brasileiro tem formação antiga e resulta, principalmente, da sucessão de ciclos climáticos e da ação das forças internas da Terra, como a movimentação das placas tectônicas, as falhas e o vulcanismo.

Existem diferentes classificações do relevo brasileiro, cada uma obedecendo a um critério. Entre as mais conhecidas estão a realizada em 1940 pelo professor Aroldo Azevedo, que utilizou como critério o nível altimétrico. Na década de 1950, o professor Aziz Ab´Saber apresentou uma nova classificação, baseando no processo de erosão e sedimentação. A mais recente classificação do relevo brasileiro é de 1995, elaborada pelo professor do departamento de geografia da Universidade de São Paulo (USP), Jurandyr Ross. Seu trabalho tem como referência o projeto Radambrasil, um levantamento realizado no território brasileiro, entre 1970 e 1985, com um equipamento espacial de radar instalado em avião. Ross considera 28 unidades de relevo, divididas em planaltos, planícies e depressões.


Pico da Neblina

Planaltos – São formas de relevo elevadas, com altitudes superiores a 300 metros. Podem ser encontradas em qualquer tipo de estrutura geológica. Nas bacias sedimentares, os planaltos caracterizam-se pela formação de escarpas em áreas de fronteira com as depressões. Formam também as chapadas, extensas superfícies planas de grande altitude. Com 3.014 metros, o pico da Neblina é o ponto mais alto do relevo brasileiro.

Depressões – São áreas rebaixadas em consequência da erosão, que se formam entre as bacias sedimentares e os escudos cristalinos. Algumas das depressões localizadas às margens de bacias sedimentares são chamadas depressões marginais ou periféricas. Elas estão presentes em grande número no território brasileiro e são de variados tipos, como a depressão da Amazônia Ocidental (terrenos em torno de 200 metros de altitude).

Planícies – São unidades de relevo geologicamente muito recentes. É uma superfície extremamente plana, sua formação ocorre em virtude da sucessiva depressão de material de origem marinha, lacustre ou fluvial em áreas planas. Normalmente, estão localizadas próximas do litoral ou dos cursos dos grandes rios e lagoas, como as planícies da lagoa dos Patos e da lagoa Mirim, no litoral do Rio Grande do Sul.

Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:
FRANCISCO, Wagner De Cerqueria E. "Relevo brasileiro "; Brasil Escola. Disponível em . Acesso em 11 de setembro de 2015.

AGENTES FORMADORES DO RELEVO

Os agentes formadores do relevo podem ser internos ou externos. Essas forças atuam juntamente no processo de formação e modelagem do relevo. O relevo é caracterizado como o conjunto de variações de nível da superfície terrestre. Os agentes formadores do relevo são responsáveis por um processo contínuo e dinâmico na transformação morfológica, sendo classificados em agentes internos (tectonismo, abalos sísmicos e vulcanismo) e agentes externos (vento, chuvas, neve, alternâncias de temperatura, seres vivos, etc.).

As placas tectônicas estão em constante movimento, fato que pode desencadear a colisão entre diferentes placas, desde que estejam em uma zona de convergência. Esse fenômeno é uma das consequências das forças endógenas (internas) do planeta, atuando de forma decisiva na formação e modelagem do relevo.

Os agentes internos provocam a elevação de determinadas áreas e o rebaixamento de outras. O tectonismo, caracterizado pelo movimento da crosta terrestre, altera as rochas, que podem sofrer enrugamentos, modificando o relevo. Os vulcões proporcionam que o magma (material líquido oriundo do manto terrestre) atinja a superfície terrestre, atuando como um agente modelador do relevo.

As forças externas, também chamadas de forças exógenas, têm função importantíssima na formação do relevo, assim como as forças internas. O intemperismo físico atua no processo de “desgaste” das superfícies rochosas. Esse fenômeno consiste na alteração das rochas em razão da alternância da temperatura, em que o calor provoca a dilatação das rochas; e o frio, a contração. A repetição desse processo durante anos modela o relevo.

As águas das chuvas e dos rios, a neve e o vento também são agentes modeladores do relevo. A água pode alterar a composição das rochas, causando o intemperismo químico. Com isso, ocorre a desagregação das rochas, que podem se romper ou desencadear erosões. A ação dos ventos também contribui para a aceleração desse processo.

No entanto, atualmente o homem é o principal responsável pelas modificações no relevo. A expansão das áreas urbanas, a construção de rodovias, escavação para a exploração de minerais, entre tantas outras atividades antrópicas atuam de forma significativa na formação e modelagem do relevo.

Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:
FRANCISCO, Wagner De Cerqueria E. "Agentes formadores do relevo"; Brasil Escola. Disponível em . Acesso em 11 de setembro de 2015.