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22 de junho de 2026

Cinquenta Tons de Cinza

Cinquenta Tons de Cinza, 

escrito por E. L. James, é o primeiro volume de um fenômeno global da literatura erótica. 

A história acompanha Anastasia Steele, uma estudante universitária ingênua que se envolve com Christian Grey, um jovem bilionário brilhante, controlador e adepto de práticas sadomasoquistas. 

O título é um trocadilho com o sobrenome do protagonista, Grey (que significa "cinza" em inglês


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O livro Cinquenta Tons de Cinza, escrito por E. L. James, é o primeiro volume de um fenômeno global da literatura erótica. 

A história acompanha Anastasia Steele, uma estudante universitária ingênua que se envolve com Christian Grey, um jovem bilionário brilhante, controlador e adepto de práticas sadomasoquistas. 


O título é um trocadilho com o sobrenome do protagonista, Grey (que significa "cinza" em inglês). 

Wikipedia +4


Resumo da Trama

Tudo começa quando Anastasia vai entrevistar Christian Grey para o jornal da faculdade. Ela se depara com um homem enigmático e atraente, despertando uma paixão intensa em ambos. 


No entanto, Grey impõe seus próprios termos para o relacionamento, revelando seus desejos por submissão e controle. À medida que o casal se envolve, Anastasia se vê confrontada não apenas com seus próprios desejos, mas também com os segredos sombrios do passado de Christian. 


Ordem da Trilogia

A série principal que acompanha o romance sob a perspectiva de Anastasia é composta por três volumes: 


Cinquenta Tons de Cinza

Cinquenta Tons Mais Escuros

Cinquenta Tons de Liberdade 


Além dos livros originais, a autora expandiu o universo com obras contadas sob o ponto de vista de Christian Grey. 


Onde Encontrar e Ler

Os livros estão amplamente disponíveis para compra em formato físico ou digital. Você pode verificar preços, avaliações e promoções através das seguintes plataformas:


Amazon: Confira as opções de livros e edições de colecionador no site da Amazon.

Editora Intrínseca: Para saber mais sobre a obra oficial no Brasil, acesse a página da editora Cinquenta Tons de Cinza na Intrínseca. 


Para dicas sobre o enredo e uma análise aprofundada de como a versão recontada por Christian Grey se compara à história original da protagonista Anastasia:

12:08

GREY É MELHOR QUE 50 TONS DE CINZA! | ANÁLISE DOS LIVROS # ...

YouTube · Karol Theisen

De acordo com a psicologia e o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), não existe uma classificação oficial que ordene os transtornos de personalidade rigidamente do "mais moderado" para o "mais crônico", pois todos são condições crônicas por definição e a gravidade depende de cada indivíduo.

No entanto, com base no nível de prejuízo funcional, na rigidez dos sintomas e na resposta geral ao tratamento clínico, os 10 transtornos de personalidade são frequentemente compreendidos na psicologia do espectro mais manejável (moderado) para o mais severo e refratário (crônico).


Abaixo está a lista organizada do menor para o maior impacto funcional e resistência a intervenções:


*Nível Moderado 

(Mais tratáveis e integrados à sociedade)


Os indivíduos desta categoria costumam manter uma rotina de trabalho e relacionamentos, 

embora sofram com altos níveis de ansiedade e autocrítica.


Transtorno de Personalidade Dependente: Caracterizado por uma necessidade excessiva de ser cuidado, gerando comportamento submisso e medo de separação. Responde muito bem à psicoterapia focada em autonomia. 


Transtorno de Personalidade Obsessivo-Compulsiva (TPOC): Marcado por preocupação excessiva com organização, perfeccionismo e controle. Embora cause sofrimento, esses indivíduos costumam ser altamente funcionais no ambiente profissional. 


Transtorno de Personalidade Esquiva: Envolve hipersensibilidade a avaliações negativas e isolamento social por medo de rejeição. Apresenta boa melhora com abordagens cognitivo-comportamentais. 



*Nível Intermediário 

(Dificuldades interpessoais acentuadas)


Apresentam maior inflexibilidade e os sintomas geram conflitos frequentes com o ambiente externo, mas ainda há preservação de vários aspectos da realidade. 


Transtorno de Personalidade Histriônica: Busca constante por atenção, dramaticidade e expressão emocional superficial. O prejuízo é focado na estabilidade dos vínculos. 


Esta pesquisa realiza uma análise interdisciplinar que conecta a literatura popular com a psicopatologia clínica e a gestão da saúde pública. O estudo inicia-se com a investigação de perfis comportamentais em obras de ficção para fundamentar uma discussão técnica sobre transtornos de personalidade, como o narcisismo e a psicopatia. 




<https://studio.youtube.com/video/VHzPaw_7Y-Y/edit>




Estou farmando em jogos free to play. 

Chainers - https://chainers.io/?r=mmpoyct5 , 

rollercoin https://rollercoin.com/?r=mbf1fllj , limercoin https://limercoin.com/?ref=5c1je5iv . 

Caso queiram testar esses jogos, segue o link, nw sei se tem futuro mas é uma forma de passar o tempo. Sucesso a  todos.

2 de julho de 2015

Por do Sol - sunshine

Por do Sol - sunshine

Este video mostra um lindo por do sol.
Tempo: 32 segundos.
https://youtu.be/4W3vNKM1_dU

13 de maio de 2015

Corpo Humano

Corpo Humano

Quem nunca imaginou como seria o corpo humano por dentro? Esta página apresenta imagens do corpo humano, músculos, sistema digestivo, sistema respiratório, circulatório, reprodutor, ossos e, sistema nervoso. Todas as imagens em 3D.


Maiores informações em: http://www.msn.com/pt-br/saude/corpo-humano-3d/male/muscular-systemmale

Ter cistos nos ovários não é sinônimo de infertilidade

Ter cistos nos ovários não é sinônimo de infertilidade

Muitas mulheres, ao receberem o diagnóstico de cistos no ovário, temem a impossibilidade de engravidar. E não são poucas, esse é um mal que atinge cerca de 25% das mulheres em idade fértil no Brasil. Ele aparece, sobretudo, nas que são portadoras de endometriose (afecção inflamatória provocada pelas células do endométrio que não foram expelidas durante o ciclo menstrual, pois migraram no sentido oposto e caíram nos ovários) ou que estão com doença inflamatória pélvica. 
Mais informações em: http://www.msn.com/pt-br/saude/saude/ter-cistos-nos-ovários-não-é-sinônimo-de-infertilidade/ar-BBjBEIq?ocid=mailsignoutmd

29 de dezembro de 2011

O individuo como produto do meio


O individuo como produto do meio

BURRHUS FREDERICH SKINNER (1904-1990) doutorou-se em Harvard (1931). Após vários anos de bolsas pós-doutorais, lecionou nas universidades de Minnesota e de Indiana.

Regressou a Harvard em 1947. A sua influência sobre os mais jovens psicólogos tem sido muito grande.

Skinner pode ser considerado um representante da análise funcional do comportamento dos mais difundidos no Brasil.

Firmouse-se como um dos principais behavioristas (do inglês behavior=comportamento) e, embora influenciado pelo behaviorismo de Watson (1878-1958), parece seguir mais os trabalhos de Pavlov e Thorndike que se caracterizam pelo conexionismo - aprendizagem por conseqüências recompensadoras - e pelo condicionamento clássico -, processo de aprendizagem que consiste na formação de uma associação entre um estímulo e uma resposta aprendida através da contigüidade, respectivamente.

Limitou-se ao estudo de comportamentos manifestos ou mensuráveis. Sem negar processos mentais nem filosóficos, ele acha que o estudo do comportamento não depende de conclusões sobre o que se passa dentro do organismo. Segundo ele, a tarefa da psicologia é a predição e o controle do comportamento, e, como todos os homens controlam e são controlados, o controle deve ser analisado e considerado.

Ele nega a liberdade humana e afirma que o nosso comportamento só pode ser explicado mediante um rígido determinismo. Contudo, o determinismo de Skinner limita-se praticamente ao individuo, não atinge a sociedade ou a cultura.

Skinner nega que as diferenças individuais possam explicar as produções geniais. A diferença entre um reconhecido medíocre e um gênio deve ser procurada na história dos reforços que as pessoas possam revelar grandes diferenças herdadas.

Segundo ele, o homem é um ser manipulável, criatura circustancial, governada por estímulos do meio ambiente externo. Este tem a função de moldar, determinar o comportamento. Para isso, são organizados contigências de reforço, ou seja, quando desejamos que um organismo tenha um comportamento que não lhe é peculiar, começamos para reforçar o desempenho que se aproxime do esperado. Esse tipo de método é muito utilizado na educação e na indústria. Por exemplo, o aluno que é reforçado por completar uma tarefa ou o operário que ganha por produção. Na escola os reforços são arranjados com propósitos de condicionamento. Os reforçadores são artificiais, como: "treino", "exercício" e "prática".

Para Skinner, o fracasso dos professores está na negligência do método. A educação é montada em esquemas aversivos que os alunos combatem com falta de atenção, conversa, apatia, etc.

Para resolver os problemas da educação é necessário proceder por meio da análise dos conjuntos. Somente as totalidades são concretas e reais dando conta da dimensão histórica do social. É preciso definir concretamente o indivíduo dentro da sociedade em que vive.

Principais obras: Sobre o behaviorismo e O mito da liberdade.

7 de outubro de 2011

A origem da vida


A origem da vida

Diversas tentativas para explicar a origem dos seres vivos forma feitas desde tempos remotos. Para os fixistas, a origem da vida nunca constituiu um problema, uma vez que acreditavam que as espécies existentes foram criadas por ato divino. Outra corrente de pensamento, aceita pelo povo em geral e por grande parte dos cientistas, até meados do século XIX, era a de que seres vivos podiam originar-se de matéria não-viva - teoria da geração espontânea. A teoria da geração espontânea caiu em descrédito no século passado graças, principalmente, aos experimentos d Louis Pasteur. Com a queda definitiva da teoria da geração espontânea, o problema da origem da vida voltou a ser discutido sob a luz da teoria da evolução.

A teoria da geração espontânea, também conhecida como abiogênese, diz que seres vivos podem surgir da matéria sem vida. Este conceito muito difundido entre os cientistas até meados do século passado foi definitivamente desacreditado pelos experimentos de Pasteur.

A Terra, logo após a sua formação, apresentava condições completamente diferentes das atuais; sua superfície era muito quente e sua atmostera constituída fundamentalmente por metano (CH4), amônia (NH3), hidrogênio (H2) e vapor de água (H2O).

Os cientistas acreditam que nas condições da Terra primitiva surgiram compostos orgânicos que, gradativamente, constituíram sistemas moleculares capazes de se autoduplicar e controlar sua própria atividade; estes teriam sido ancestrais dos primeiros seres vivos.

Diversos experimentos em que se simulam, em aparelhos bem elaborados, as condições da Terra primitiva tem demonstrado que, realmente, moléculas orgânicas podem ter-se formado na Terra primitiva.

A evolução a nível de espécie


A evolução a nível de espécie

A formação de novas espécies é uma etapa fundamental do processo evolutivo. Acredita-se que os princípios básicos que levam à formação de gêneros, famílias, ordens etc., ou seja, o que leva à diversificação do mundo vivo, constituem apenas uma extensão dos princípios que regem a formação de novas espécies.

Especiação é o processo pelo qual, a partir de uma única espécie ancestral, formam-se duas ou mais novas espécies.

Espécies são grupos de populações naturais que se cruzam real ou potencialmente e que estão isoladas reprodutivamente de outros grupos semelhantes.

A maioria dos biólogos acredita que a forma mais frequente e geral de especiação se dê via isolamento geográfico. A impossibilidade de troca de genes entre populações isoladas fez com que se acumulem diferenças genéticas entre elas, culminando com o isolamento reprodutivo.

Isolamento reprodutivo é qualquer tipo de mecanismo natural que impede a mistura de genes de duas populações quando elas entram em contato.

Raças são populações isoladas, mas pertencentes a uma mesma espécie, com características particulares que as diferenciam entre si. As raças, também chamadas subespécies, são estágios intermediários do processo de especiação.

A genética de populações


A genética de populações
A seleção atua escolhendo, entre a grande variedade genética do membros de uma população, aquelas combinações gênicas que conferem vantagens aos indivíduos que as possuem. Assim, ao longo do processo evolutivo, a frequência de certos genes aumenta na população, enquanto a de seus alelos diminui proporcionalmente. Pode-se concluir, portanto, que a evolução biológica é um processo que envolve, fundamentalmente, mudanças nas frequências gênicas das populações.

A evolução é um processo que envolve mudanças na estrutura genética das populações. Estas mudanças são estudadas pela Genética de Populações.

Na chamada condição de equilíbrio genético, ou seja, na ausência de mutação, de seleção ou de migração, as frequências gênicas de uma população infinitamente grande e que se reproduz sexuadamente por fecundação cruzada não se alteram no decorrer das gerações.

O princípio o lei de equilíbrio gênico, também conhecido como lei de Hardy-Weinberg, estabelece que, na condição de equilíbrio genético, as frequencias dos diferentes genótipos quanto a um par de genes alelos (por exemplo A e a) se distribuem de acordo com a razão p2 (AA) : 2 pq (Aa) : q2 (aa), onde p e q correspondem, respectivamente, às frequências dos dois alelos alternativos (p = f(A) e q = f(a)).

Evolução


Evolução

Segundo a teoria evolutiva o processo pelo qual os seres vivos se diversificaram no decorrer do tempo, dando origem a todas as espécies vivas ou já extintas em nosso planeta, denomina-se evolução orgânica.

Esse processo consiste na adaptação de toda espécie animal ou vegetal a ambientes particulares que cada uma foi levada a explorar. A adaptação, resultado de milhões de anos e evolução, pode ser notada em cada detalhe da estrutura de um ser vivo ou mesmo de seu comportamento. Por exemplo, a observação do pássaro conhecido como beija-flor permite-nos verificar que seu bico é muito longo e fino, diferindo-o da maioria dos demais pássaros. Sabendo que o principal alimento desse pássaro é o néctar que ele suga das flores, concluiremos que este tipo de bico é uma adaptação ao seu modo de alimentação... atualmente, poucas pessoas contestam a teoria da evolução, a maioria delas por dogmas religiosos. No entanto, frente ao crescente número de evidências em favor dessa teoria, muitas religiões tẽm mudado sua atitude, passando a admitir que a evolução é um fato na história dos seres vivos.

Dentro da biologia, a teologia da evolução é o grande princípio unificador que permite que a estrutura e a fisiologia de todos os seres vivos, inclusive do homem, sejam inteiramente compreendidas apenas em termos de suas origens evolutivas.

Fixismo é o nome pelo qual ficou conhecida a hipótese de que os seres vivos foram criados tal e qual se apresentam atualmente. Esta hipótese, contrária à teoria da Evolução, foi muito aceita até meados do século passado.

O lamarckismo, hipótese evolucionista proposta por Lamarck, admitia que os seres vivos se modificavam no decorrer do tempo, no sentido de se adaptarem ao ambiente. A grande falha de Lamarck foi basear sua hipótese na chamada lei do uso e do desuso. Lamarck achava que as alterações sofridas por um indivíduo, ao se adaptar a uma dada situação ambiental, tornar-se-iam hereditárias.

Em meados do século XIX, os naturalistas Charles Darwin e Alfred Russel Wallace propuseram uma teoria da evolução baseada na seleção natural. Segundo eles, cada espécie produz a cada geração muito mais indivíduos do que os que serão capazes de sobreviver; terão maiores chances de sobrevivência aqueles que apresentam características que os tornem mais aptos a explorar o ambiente em que vivem.

A teoria sintética da evolução ou neodarwinismo é a moderna teoria evolucionista que contém a síntese de todos os mecanismos evolutivos conhecidos. Ela admite como principais fatores evolutivos: a mutação, a recombinação gênica e a seleção natural.

A fonte primária de variabilidade é a mutação gênica; é por meio dela que surgem novos tipos de genes. A recombinação gẽnica, que ocorre por ocasião da meiose, permite que genes maternos e parternos sejam misturados nos gametas do indivíduo. Como resultado deste processo, a cada geração formam-se muitos tipos diferentes de indivíduos, que sofrem seleção, indo os mais aptos originar a geração seguinte. A seleção natural pode ser entendida como o fenômeno biológico a sobrevivência de apenas parte dos indivíduos nascidos a cada geração. Estes, os mais aptos, constituem os genitores da geração seguinte, propagando-se, assim, as características mais adaptativas.

São consideradas como fortes evidências a favor da teoria evolucionista: a) o documentário fóssil, que mostra que, no passado, nosso planeta foi habitado por seres diferentes dos atuais e a eles relacionados; b) a anatomia comparada, que mostra que indivíduos de espécies diferentes são organizados segundo um mesmo plano estrutural; c) a comparação bioquímica, que mostra que os seres vivos são constituídos por moléculas semelhantes. As explicações para esses fatos são a origem dos seres vivos atuais por modificação de formas ancestrais, durante milhões de anos de processo evolutivo.

Genes situados no mesmo cromossomo: ligação



Genes situados no mesmo cromossomo: ligação


Durante o passar dos anos, desde o começo do século XX, foi-se firmado a idéia de que os genes se localizam nos cromossomos. 

No laboratório de Morgan, centenas de mutantes da mosca drosófila foram descobertos entre 1910 e 1930, e suas posições relativas nos cromossomos foram determinadas, estabelecendo definitivamente a teoria cromossômica da herança. 

Como Drosophila melanogaster tem apenas quatro pares de cromossomos, logo ficou claro que cada cromossomo continha dezenas ou mesmo centenas de genes.

Genes que se localizam em um mesmo cromossomo não se agregam independentemente.

A permutação é o fenômeno capaz de quebrar a ligação entre os genes. Se entre dois locos não correr permutação, como no caso dos machos de Drosophila, fala-se em linkage completo. 

Se ocorrer permutação, formar-se-ão gametas recombinantes, em proporção sempre menor, no entanto que o esperado pela segregação independente.

As evidências mostram que, quanto maior é a distância entre os genes no cromossomo, maior é a probabilidade de ocorrer permutação entre eles. 

Esse é o princípio que norteia a construção dos mapas genéticos dos cromossomos.

A herança relacionada com o sexo



A herança relacionada com o sexo

Os cientistas ingleses Doncaster e Raynos, ao estudarem a herança de cor em uma espécie de mariposa, descobriram um fenômeno extremamente interessante, que trouxe grandes progressos à Genética e veio confirmar a teoria cromossômica da herança.

O estudo do gene mutante para olho branco em Drosophila, levando a efeito por Thomas H. Morgan e colaboradores, assentou definitivamente as bases da teoria cromossômica da herança. Morgan sugeriu que o gene determina a cor de olho branco em Drosophila estava situado no cromossomo X.

O sexo é determinado, em muitas espécies, pelos cromossomos sexuais. São conhecidos vários sistemas de determinação de sexo, como os sistemas XY, X0, ZW e Z0.

Genes que se localizam no cromossomo X, sem homologia com o cromossomo Y, são determinados genes ligados ao X. Tais genes estão presentes em dose dupla nas fêmeas e em dose simples nos machos, nos quais estão em condição hemizigota.

São conhecidos alguns genes que se localizam no cromossomo Y, sem homologia com X. Tais genes estão presentes apenas nos machos em dose simples e são denominados genes holândricos.

6 de outubro de 2011

A genética dos grupos sanguíneos humanos



A genética dos grupos sangüíneos humanos

É de conhecimento geral o fato de que, após contrair certo tipo de doença infecciosa, o organismo se torna imune àquele tipo de doença. São raros os casos em que uma pessoa contrai, por mais de uma vez, moléstias como cachumba, sarampo, catapora ou outras doenças causadas por agentes infecciosos como vírus e bactérias.

A função primordial da resposta imunitária é a defesa contra infecções. A evolução do sistema imunitário permitiu aos animais superiores (entre eles os mamíferos) uma defesa específica e eficaz contra muitos tipos diferentes de agentes infecciosos.

O sistema de defesa orgânica contra agentes estranhos (antígenos) é o sistema imunitário, que consiste no sistema de produção de anticorpos específicos contra agentes infecciosos. Nesse sistema distingue-se a resposta primária, que é basicamente a sensibilização (ou memorização) causada pelo antígeno, com menor nível de produção de anticorpos do que a da resposta secundária, mais simples e eficaz.

As hemácias humanas podem apresentar, entre outros, um fator antigênicos denominado fator Rh; pessoas que possuem esse fator são denominados Rh+ e as que não o possuem são chamadas Rh-. Pessoas Rh-, embora não apresentem naturalmente anticorpos anti-Rh em seu plasma, podem fabricá-los se entrarem em contato com hemácias portadoras do antígeno Rh. Isto pode ocorrer ou em transfusões inadequadas ou quando uma mulher Rh- gera um filho Rh+.

Quando a mãe Rh- gera um filho Rh+, pode-se estabelecer a sensibilização da mãe quanto ao sistema Rh. Em seguidas gravidezes de filhos Rh+, o auto grau de sensibilização, que normalmente se instala, pode pôr em risco a saúde do recém-nascido ou mesmo do feto, desencadeando a doença denominada doença hemolítica do recém-nascido ou eritroblastose fetal.

A herança do sistema Rh, embora seja mais complexa, grosso modo é determinada por um par de alelos com dominância (R > r).

Outro sistema sangüíneo de interesse para as transfusões é o sistema ABO. Existem quatro fenótipos com relação a esses sistema: A, B, AB e O; eles são determinados pela presença simples ou conjunta, ou ausência, dos fatores antigẽnicos A e B nas hemácias. É interessante notar, neste sistema, a ocorrẽncia dos anticorpos chamados naturais (por exemplo, o indivíduo A apresenta naturalmente o anticorpo (aglutina) anti-B em seu plasma). Neste sistema, os indivíduos O são ditos doadores universais e os AB receptores universais.

A herança dos grupos sangüíneos do sistema ABO é um caso de alelos múltiplos; assim, existem três alelos, Ia, Ib, e i, que apresentam co-dominância (Ia e Ib) e dominância (Ia sobre i e Ib sobre i) (Ia = Ib > i).

Outro sistema de grupos sangüíneos é o MN, no qual há três fenótipos M, N ou MN, produzidos, respectivamente, pelos genótipos LmLm, LnLn e LmLn; trata-se, portanto, de um caso de co-dominância entre os alelos (Lm = Ln).

Interações genéticas



Interações genéticas

Dois ou mais pares de alelos podem contribuir para um mesmo fenótipo. Interação genética é a participação conjunta de dois ou mais pares de genes na determinação de um dado traço fenotípico.

Em muitos casos, um traço fenotípico é condicionado por dois ou mais pares de genes que interatuam; podemos chamar genericamente esses fenômenos de interações genéticas.

Muitos dos casos de interações genéticas, comumente chamadas de interações epistáticas ou epistasia, implicam variações da clássica proporção fenotípica de 9:3:3:1, quando do cruzamento de indivíduos heterozigotos para um caráter determinado por 2 pares de genes que se segregam independentemente.

Essas interações podem acarretar proporções 9:3:4 (epistasia recessiva), 13:3,9:7 e várias outras modificações da proporção 9:3:3:1, preconizada na 2ª lei de Mendel.

Existem, também, interações não-epistáticas, como o caso das cristas das galinhas em que se conserva a proporção 9:3:3:1.

A herança quantitativa, também chamada herança poligênica, resulta de participação aditiva de muitos genes (poligenes) na manifestação de um traço. A variação entre as classes de fenótipo é contínua e quantitativa.

Genótipos que controlam caracteres quantitativos são possíveis de seleção, isto é, cruzamento selecionados podem acentuar certos caracteres terminais, aumentando sua média na descendência. Traços desse tipo, como peso em animais, produção de leite, número de grãos de espiga, etc., vêm sendo selecionados intuitivamente pelos criadores e animais e plantas domésticos desde épocas pré-históricas.

A transmissão dos genes: leis de herança - parte II



A transmissão dos genes: leis de herança - parte II

Entre os vários méritos que teve Gregor Mendel como cientista, um deles foi a escolha do material biológico adequado; devido à existência de fenótipos alternativos e bem contrastantes para os traços, ficou mais simples a contagem e constatação das proporções: na geração F2.

Um aspecto também de grande importância foi o ato de Mendel estudar separadamente cada traço, isto é, não importava se a ervilha da qual ele pretendia estudar a cor da semente, por exemplo, tivesse vagens infladas ou sulcadas ou se a casca da semente era lisa ou rugosa; Mendel considerou um traço por vez e, nas características que estudou (lembre-se do capítulo anterior), verificou a existência da lei da segregação dos fatores, que era atesta pela conhecida proporção 3 : 1.

Em cruzamentos em que considerou simultaneamente dois traços fenotípicos, Mendel encontrou na descendência a proporção 9 : 3 : 3 : 1, sendo esses números relativos a indivíduos com fenótipos, respectivamente, dominante/dominante, dominante/recessivo, recessivo/dominante, recessivo/recessivo.

A partir desses resultados, Mendel intuiu que os fatores que determinam as características de um traço segregam-se independentemente.

Os genes que se segregam independentemente localizam-se em diferentes pares de cromossomos homólogos; se dois pares de genes se situam em um par de cromossomos, eles não se segregam independentemente, porque estão ligados no mesmo filamento cromossômico.

A transmissão dos genes: leis de herança



A transmissão dos genes: leis de herança

Em 1822 nasceu Gregor Mendel, na antigamente chamada Silésia austríaca. Por volta dos 21 anos ordenou-se monge num mosteiro em Brünn, na atual Tchecoslováquia, onde se dedicou com muito afinco ao estudo de cruzamentos de plantas cultivadas. Entre as plantas que estudou, as ervilheiras (Pisum sativum) foram as que mais contribuíram para suas brilhantes conclusões sobre a transmissão das características hereditárias.

A ervilha Pisum sativum apresenta características que favoreceram o trabalho do monge Gregor Mendel. Entre essas características temos a presença de traços com caracteres bem contrastantes (o que facilita a identificação), a autofecundação natural (o que resulta em linhagens puras) e ciclo reprodutivo curto.

O estudo da Genética, além do aspecto teórico do conhecimento, tem importantes aplicações práticas, como o melhoramento animal e de plantas e o tratamento e prevenção de doenças genéticas.

Cruzamentos entre linhagens puras de ervilhas com caracteres contrastantes levam, na geração F1, a uma descendência de 100% de um dos tipos (o dominante). Quando a geração F1 se autofecunda, o que equivale a cruzar F1, com F1, surge a proporção fenotípica de 3:1, sendo que a quarta parte é de indivíduos homozigotos recessivos.

A partir da interpretação desses resultados, Gregor Mendel formulou a sua 1ª lei, a lei da segregação dos fatores ou lei da pureza dos gametas. Esta lei, publicada no início de 1866, não teve repercussão imedita. Apenas 35 anos depois é que foi reconhecida como ponto central da Genética.

Em 1902, Sutton formulou pela primeira vez a idéia de que os fatores mendelianos estavam nos cromossomos. A comparação da segregação dos cromossomos na meiose com a segregação dos fatores sugerida por Mendel dava muita força a essa idéia. Posteriormente, Morgan e seus colaboradores inequivocadamente que os genes se dispõem linearmente ao longo dos cromossomos.

Noções importantes da Genética são as de dominância e recessividade, homozigose e heterozigose, alelismo, fenótipo e genótipo.

Ao nível molecular, o indivíduo heterozigoto sempre difere do homozigoto dominante, bem como do recessivo. Ao nível da observação geral, entretanto, o heterozigoto muitas vezes é indistinguível do homozigoto dominante: é a isto que chamamos de dominância completa. Se o heterozigoto apresentar fenótipo intermediário entre os homozitos, teremos então um caso de co-dominãncia.

Quando existem mais de duas formas de alelos para determinado traço, fala-se em alelos múltiplos. Estes casos seguem igualmente a lei de Mendel.

O que é gene?



O que é gene?

O descobridor dos ácidos nucléicos foi o suíço Friedrich miescher, um dos primeiros estudiosos da bioquímica da célula. O propósito de Miescher era estudar o núcleo celular por meio da análise química. Ele trabalhou com células brancas do sangue, que se encontram aos milhares no pus formado em feridas infeccionadas.

Entre as primeiras idéias sobre hereditariedade, podem-se destacar o pré-formismo dos indivíduos nos gametas (teoria do homúnculo) e a teoria dos pangenes, duas entre as muitas idéias iniciais sobre herança. Foram os trabalhos de Gregor Mendel, redescobertos em 1900, que assentaram firmemente a idéia dos fatores hereditários (ou genes).

A evolução dos conhecimentos levou à descoberta das nucleínas (Miescher), posteriormente chamadas de ácidos nucléicos. Os dois tipos de ácidos nucléicos descobertos foram o DNA (ácido desoxirribonucléico) e o RNA (ácido ribonucléico).

Em 1944, Avery e colaboradores contribuíram para a importante descoberta de que o DNA é a substância da hereditariedade, o material hereditário dos seres vivos.

As diferenças estruturais entre DNA e RNA são, respectivamente, o tipo de açúcar (desoxirribose e ribose), um dos quatro tipos de cadeia molecular (dupla-hélice no DNA e cadeia simples no RNA).

Técnicas como a de Feulgen revelam que o DNA é constituinte dos cromossomos das células vivas; o material hereditário, portanto, os genes, situam-se nos cromossomos, como já havia sido evidenciado por outros métodos não-diretos.

A formulação do modelo da dupla-hélice do DNA, por Watson e Crick em 1953, permitiu explicar convenientemente algumas das propriedades do DNA como material hereditário.

O DNA é capaz de se autoduplicar em um processo semiconservativo. Isto permite explicar como a mensagem genética nele escrita pode ser perpetuada na descendência.

O RNA é um ácido nucléico acessório no processo da hereditariedade; é sintetizado a partir de uma molécula de DNA que lhe serve de modelo.

Sabe-se que o DNA controla as características por via indireta; na verdade, o DNA rege a síntese das enzimas que controlam as reações biológicas, bem como rege também a síntese das proteínas estruturais dos organismos; em última análise, portanto, o DNA controla os aspectos morfológicos (forma) e fisiológicos (função) dos seres vivos, através do controle da síntese das proteínas.

No processo de síntese das proteínas, o DNA é o detentor da mensagem genética, escrita em um código molecular da seqüência das bases nitrogenadas (código genético). Participam também do processo de síntese de proteínas três tipos de moléculas de RNA: RNA mensageiro (RNAm), RNA ribossômico (RNAr) e RNA transportador (RNAt) com funções bem definidas no processo.

Genética



Genética

A genética é um ramo da Biologia que vem despertando interesse em leigos e estudiosos há muito tempo. Atualmente, a maior parte das pessoas tem a noção de que em seu corpo existem "partículas" ou "entidades", herdadas de muitas gerações ancestrais, que determinam os traços que caracterizam cada um de nós.

Existe, em qualquer pessoa, uma grande expectativa quando a saber como serão os filhos - que sexo terão, se "puxarão" mais ao pai ou à mãe, ou ainda ao avô, que cores terão seus cabelos e seus olhos; questões como essas se colocam a praticamente todas as pessoas, mesmo àquelas de pouca instrução. A Genética, obviamente, não responde questões como essas, no entanto ele nos dá condições para que calculemos a probabilidade de ocorrência de muitos desses eventos hereditários.

A preocupação do homem com a herança de caracteres hereditários é muito antiga; desde a mais remota antiguidade o homem tem procurado explicar o porquê de os filhos assemelharem-se aos pais.

Em meados do século XIX, os trabalhos de Gregor Mendel, de importância reconhecida apenas em 1900, apontaram para a existência de fatores hereditários que se transmitem segundo leis definidas. Eram assentadas então as bases da Genética, ramo da Biologia que estuda a herança. Já em pleno século XX, nos anos 20, ficou definitivamente estabelecido que os fatores hereditários, então chamados genes, estão localizados nos cromossomos das cédulas. No início dos anos 50, o avanço da bioquímica celular culminou com a descoberta da natureza química moderna acerca de o que é o gene, como funciona e como é transmitido de geração em geração.